Tite defende empresário de Pato e vê atleta como patrimônio do Corinthians
Tite só começou a falar sobre Alexandre Pato após uma de suas características pausas dramáticas. Quando finalmente se pronunciou, defendeu a conduta de Gilmar Veloz – empresário do atacante e do próprio treinador – e, diante de alguma insistência na pergunta, disse que aceitaria o atleta no Corinthians.
“Se tivesse grana, ficavam Emerson, Guerrero, Fábio Santos.. Ninguém sairia”, disse, respondendo sobre a utilidade que teria Pato no elenco alvinegro. E Pato? “Todos os atletas, inclusive ele. É patrimônio do clube? Vem aqui para trabalhar”, respondeu o gaúcho.
O jogador ainda é patrimônio do clube, mas tenta se desligar dele na Justiça do Trabalho. Emprestado ao rival São Paulo desde o ano passado, reclamou de direitos de imagem em atraso – quitados após a instauração do processo – para pedir a rescisão de seu contrato.
Agenciado por Gilmar Veloz, Tite recordou a temporada 2013 para defender o empresário. Segundo o treinador, os dois sempre souberam separar bem as situações, mesmo nos momentos em que Pato demonstrou irritação por sua condição de reserva no Corinthians.
“O Pato trabalhou aqui e ficou muito tempo no banco. Sabe quantas vezes o Gilmar falou comigo a respeito do Pato? Sabe quantas? Nenhuma. Porque há um respeito muito grande. Sei como ele é, e ele sabe o quanto sou isento na minha conduta”, comentou o treinador.
Especificamente em relação ao processo trabalhista, Tite procurou mostrar, sem muitas palavras, que Veloz não é o responsável. “Busque informações sobre esse episódio para ver o caráter do Gilmar. Vai no rastro, você vai encontrar informações boas. Sei do caráter e da lisura dele.”
Já o próprio Alexandre Pato não ganhou defesa semelhante do treinador. “Não posso julgar. Quem pode julgar é o nosso presidente (Roberto de Andrade), o Pato, o Gilmar. Mas busca informações que tu vai...”, concluiu o gaúcho, encerrando seu discurso como o iniciou. Pausa dramática.
“Se tivesse grana, ficavam Emerson, Guerrero, Fábio Santos.. Ninguém sairia”, disse, respondendo sobre a utilidade que teria Pato no elenco alvinegro. E Pato? “Todos os atletas, inclusive ele. É patrimônio do clube? Vem aqui para trabalhar”, respondeu o gaúcho.
O jogador ainda é patrimônio do clube, mas tenta se desligar dele na Justiça do Trabalho. Emprestado ao rival São Paulo desde o ano passado, reclamou de direitos de imagem em atraso – quitados após a instauração do processo – para pedir a rescisão de seu contrato.
Agenciado por Gilmar Veloz, Tite recordou a temporada 2013 para defender o empresário. Segundo o treinador, os dois sempre souberam separar bem as situações, mesmo nos momentos em que Pato demonstrou irritação por sua condição de reserva no Corinthians.
“O Pato trabalhou aqui e ficou muito tempo no banco. Sabe quantas vezes o Gilmar falou comigo a respeito do Pato? Sabe quantas? Nenhuma. Porque há um respeito muito grande. Sei como ele é, e ele sabe o quanto sou isento na minha conduta”, comentou o treinador.
Especificamente em relação ao processo trabalhista, Tite procurou mostrar, sem muitas palavras, que Veloz não é o responsável. “Busque informações sobre esse episódio para ver o caráter do Gilmar. Vai no rastro, você vai encontrar informações boas. Sei do caráter e da lisura dele.”
Já o próprio Alexandre Pato não ganhou defesa semelhante do treinador. “Não posso julgar. Quem pode julgar é o nosso presidente (Roberto de Andrade), o Pato, o Gilmar. Mas busca informações que tu vai...”, concluiu o gaúcho, encerrando seu discurso como o iniciou. Pausa dramática.
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