Escuta telefônica mostra detentos planejando incêndio de ônibus em Maceió; ouça
A Secretaria de Defesa Social e Ressocialização (Sedres) divulgou, nesta sexta-feira (19), trechos de conversas de criminosos planejando incendiar um ônibus em Maceió. A Sedres prendeu 14 pessoas envolvidas nos ataques.
Na escuta telefônica, é possível ouvir os apelidos e nomes de alguns indicados para realizar os crimes.
“É facilzinho, é só ir ali, você e o outro, vai de moto. Desce ali por trás do terminal. Tá ligado, Alma? Ou ali por onde o ônibus fica de frente pro cara. Quando ele estaciona. O cara passa um, pá, passa pela brechinha, chega na janela assim, joga um pouquinho de gasolina pra dentro, joga a garrafa, bum! E já risca o fósforo, monta na moto e já era. Isso aí já é representar, tá ligado?”. Assim um dos bandidos fala para o outro, identificado como ‘Alma’, logo no início do áudio.
Logo após dizer como deveria ser executado o crime, o bandido completa: “Aí vão fazer desse jeito que eu to falando”. Um detento pergunta sobre a localidade do atentado: “Rio Novo?”. O outro responde: “Vai rolar no Vergel”.
Em outra ligação, o detento fala com um indivíduo identificado como ‘Marquinho’:
- Ei, tem a moral de fazer uma missão mil grau com a rapaziada ali?
- Uma missão?
- Chega ali nos ônibus ali, tá ligado, comprar ‘50 real’ de gasolina, meter nos ônibus ali e mandar todo mundo descer? (...) Ia mandar tu ir lá no ‘dois’ lá, véi, bota o pessoal do ônibus pra descer lá e tocar fogo no ônibus lá, véi.
Depois deste diálogo, o detento liga para outro identificado como Willi:
- Bota todo mundo pra descer, véi, motorista, cobrador... Não mexe com ninguém, quando não tiver ninguém no ônibus toca fogo.
Na escuta telefônica, é possível ouvir os apelidos e nomes de alguns indicados para realizar os crimes.
“É facilzinho, é só ir ali, você e o outro, vai de moto. Desce ali por trás do terminal. Tá ligado, Alma? Ou ali por onde o ônibus fica de frente pro cara. Quando ele estaciona. O cara passa um, pá, passa pela brechinha, chega na janela assim, joga um pouquinho de gasolina pra dentro, joga a garrafa, bum! E já risca o fósforo, monta na moto e já era. Isso aí já é representar, tá ligado?”. Assim um dos bandidos fala para o outro, identificado como ‘Alma’, logo no início do áudio.
Logo após dizer como deveria ser executado o crime, o bandido completa: “Aí vão fazer desse jeito que eu to falando”. Um detento pergunta sobre a localidade do atentado: “Rio Novo?”. O outro responde: “Vai rolar no Vergel”.
Em outra ligação, o detento fala com um indivíduo identificado como ‘Marquinho’:
- Ei, tem a moral de fazer uma missão mil grau com a rapaziada ali?
- Uma missão?
- Chega ali nos ônibus ali, tá ligado, comprar ‘50 real’ de gasolina, meter nos ônibus ali e mandar todo mundo descer? (...) Ia mandar tu ir lá no ‘dois’ lá, véi, bota o pessoal do ônibus pra descer lá e tocar fogo no ônibus lá, véi.
Depois deste diálogo, o detento liga para outro identificado como Willi:
- Bota todo mundo pra descer, véi, motorista, cobrador... Não mexe com ninguém, quando não tiver ninguém no ônibus toca fogo.
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