Agricultores de Arapiraca e região serão beneficiados com rodada de negociações
O governador Renan Filho assumiu diversos compromissos com a população do Agreste alagoano, durante a primeira edição do Governo Presente, realizado nos dias 29 e 30 de maio, no município de Arapiraca. Entre outras demandas, uma solicitação em especial já terá início, nesta sexta-feira (19). Trata-se de uma rodada de negociações entre os agricultores da região, os Bancos do Brasil e Nordeste, a Agência de Fomentos do Estado (Desenvolve) e a Secretaria de Estado da Agricultura, Pesca e Aquicultura (Seapa) que acontece no Polo Agroalimentar de Arapiraca, às 10h, por meio de um mutirão.
A ação facilita o crédito para agricultores que estão com dificuldades na comercialização (tem a oferta, mas não tem a demanda). Segundo a cetgoria, o preço do produto não está cobrindo as despesas na colheita e da produção, além de não receber das Indústrias os alimentos vendidos.
Agricultores familiares, homens do campo com crédito fundiário e os assentados da reforma agrária são os beneficiados com as negociações e, em alguns casos, podem até ter suas dívidas perdoadas em até 90%, segundo o secretário Álvaro Vasconcelos.
Além de valorizar a manutenção do homem no campo, evitando o êxodo rural e repercutindo diretamente na economia que rege o desenvolvimento da cidade, de acordo com o gestor da Secretaria de Agricultura, a iniciativa de negociar entre agricultores e instituições bancárias é considerada inovadora. “Nunca foi realizada anteriormente pelo governo estadual, em sistema de mutirão,” salienta o secretário.
A próxima rodada de negociações vai acontecer em Murici ou União dos Palmares, a depender da demanda e da conversa com os agricultores da região agreste, na próxima sexta-feira. Ao longo do mês de junho outros municípios alagoanos serão favorecidos com o mutirão.
O que diz o Banco do Brasil - De acordo com o gerente de mercado, agronegócios e governo do Banco do Brasil de Alagoas, Egnaldo Farias, atualmente, não há resolução alguma do Banco Central, ou lei que trate da situação de prorrogação da dívida. No entanto, existe o Manual de Crédito Rural, que possibilita algumas exceções: a possibilidade de renegociação das dívidas, com perda de colheita, ou evento climático adverso, desde que apresente um laudo técnico que avalie a intensidade daquela perda, especificando o tempo em que o agricultor vai ter para recuperar a safra. O prazo que a instituição financeira pode dar ao interessado é de até cinco anos, com juros contratuais.
A ação facilita o crédito para agricultores que estão com dificuldades na comercialização (tem a oferta, mas não tem a demanda). Segundo a cetgoria, o preço do produto não está cobrindo as despesas na colheita e da produção, além de não receber das Indústrias os alimentos vendidos.
Agricultores familiares, homens do campo com crédito fundiário e os assentados da reforma agrária são os beneficiados com as negociações e, em alguns casos, podem até ter suas dívidas perdoadas em até 90%, segundo o secretário Álvaro Vasconcelos.
Além de valorizar a manutenção do homem no campo, evitando o êxodo rural e repercutindo diretamente na economia que rege o desenvolvimento da cidade, de acordo com o gestor da Secretaria de Agricultura, a iniciativa de negociar entre agricultores e instituições bancárias é considerada inovadora. “Nunca foi realizada anteriormente pelo governo estadual, em sistema de mutirão,” salienta o secretário.
A próxima rodada de negociações vai acontecer em Murici ou União dos Palmares, a depender da demanda e da conversa com os agricultores da região agreste, na próxima sexta-feira. Ao longo do mês de junho outros municípios alagoanos serão favorecidos com o mutirão.
O que diz o Banco do Brasil - De acordo com o gerente de mercado, agronegócios e governo do Banco do Brasil de Alagoas, Egnaldo Farias, atualmente, não há resolução alguma do Banco Central, ou lei que trate da situação de prorrogação da dívida. No entanto, existe o Manual de Crédito Rural, que possibilita algumas exceções: a possibilidade de renegociação das dívidas, com perda de colheita, ou evento climático adverso, desde que apresente um laudo técnico que avalie a intensidade daquela perda, especificando o tempo em que o agricultor vai ter para recuperar a safra. O prazo que a instituição financeira pode dar ao interessado é de até cinco anos, com juros contratuais.
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