Palco de tragédia com Senna, Ímola pode retornar à Fórmula 1 em 2017
Palco de 27 corridas de Fórmula 1 entre 1980 e 2006, e também da trágica morte de Ayrton Senna em 1994, o circuito de Ímola pode voltar à categoria máxima do automobilismo mundial em 2017. Tradicional sede do GP de San Marino, a pista retornaria como GP da Itália, em uma alternativa a Monza, cujo contrato se encerra no fim de 2016. A informação é do site “Motorsport.com”.
Representantes do circuito de Monza haviam se reunido com o dono dos direitos comerciais da categoria, Bernie Ecclestone, durante o GP do Bahrein, em abril desse ano, para negociar a renovação de contrato. No entanto, o valor oferecido pelo autódromo para a renovação do direito de sediar a prova foi inferior ao exigido pelo chefão da F-1. O acordo não foi selado, pondo em risco a continuidade da pista que mais recebeu GPs da categoria, 64 no total, e a presença da Itália, um dos países mais tradicionais da Fórmula 1..
- Eu quero que a Itália fique no calendário, a todo o custo. Por enquanto eu conversei com Ímola, mas ninguém de Monza me procura há um mês. O desejo de salvar o GP da Itália prossegue, mas eles (Monza) não têm o dinheiro – admitiu Ecclestone em entrevista ao jornal italiano “Gazzetta dello Sport”.
De acordo com o “Motorsport.com”, o prefeito da cidade de Ímola, Daniele Manca se reuniu com Bernie Ecclestone em Londres (Inglaterra) na última segunda-feira e sugeriu o revezamento com Monza como modo de facilitar a captação dos recursos financeiros para pagar as altas taxas de inscrição cobradas pelo dirigente. Desse modo, com o contrato de Monza vigente ainda em 2016, Ímola poderia retornar à F-1 em 2017.
Ecclestone concordou em estudar a possibilidade da alternância entre as praças, mas não escondeu sua irritação com os administradores de Monza:
- As pessoas com quem falei durante o GP de Mônaco nem mesmo me pediram mais tempo para se decidir. Ímola me propôs um revezamento com Monza. Nós poderíamos fazer isso, eu quero garantir que a Itália permaneça no calendário.
Denominado Autódromo Enzo e Dino Ferrari em homenagem ao fundador da tradicional escuderia italiana e ao filho dele, o autódromo é localizado na cidade de Ímola, a 40km de Bolonha e a 80km de Maranello, sede da Ferrari. A pista estreou na F-1 em 1980 sediando o GP da Itália no lugar de Monza, que ficou fora do calendário por um ano. Com a volta de Monza em 1981, Ímola passou a ser palco do GP de San Marino, nome do pequeno país completamente envolto por território italiano, que fica a 100km do autódromo.
De 1981 a 2006, Ímola recebeu ininterruptamente 26 GPs. Em 1994, para continuar na F-1, o autódromo foi obrigado a passar por profundas alterações tendo em vista maior segurança, após os acidentes fatais do austríaco Roland Ratzenberger e do brasileiro Ayrton Senna no mesmo fim de semana. Defasado em relação às modernas praças que ingressaram na categoria nos anos posteriores, a pista acabou deixando o calendário em 2006. Na ocasião, Ecclestone exigiu uma grande reforma no circuito para o retorno. Apesar das execução das obras, Ímola nunca mais sediou um GP de Fórmula 1 desde então. O maior vencedor do circuito é o alemão Michael Schumacher, com três triunfos. Ayrton Senna (3) e Nelson Piquet (2) também já venceram por lá.
Representantes do circuito de Monza haviam se reunido com o dono dos direitos comerciais da categoria, Bernie Ecclestone, durante o GP do Bahrein, em abril desse ano, para negociar a renovação de contrato. No entanto, o valor oferecido pelo autódromo para a renovação do direito de sediar a prova foi inferior ao exigido pelo chefão da F-1. O acordo não foi selado, pondo em risco a continuidade da pista que mais recebeu GPs da categoria, 64 no total, e a presença da Itália, um dos países mais tradicionais da Fórmula 1..
- Eu quero que a Itália fique no calendário, a todo o custo. Por enquanto eu conversei com Ímola, mas ninguém de Monza me procura há um mês. O desejo de salvar o GP da Itália prossegue, mas eles (Monza) não têm o dinheiro – admitiu Ecclestone em entrevista ao jornal italiano “Gazzetta dello Sport”.
De acordo com o “Motorsport.com”, o prefeito da cidade de Ímola, Daniele Manca se reuniu com Bernie Ecclestone em Londres (Inglaterra) na última segunda-feira e sugeriu o revezamento com Monza como modo de facilitar a captação dos recursos financeiros para pagar as altas taxas de inscrição cobradas pelo dirigente. Desse modo, com o contrato de Monza vigente ainda em 2016, Ímola poderia retornar à F-1 em 2017.
Ecclestone concordou em estudar a possibilidade da alternância entre as praças, mas não escondeu sua irritação com os administradores de Monza:
- As pessoas com quem falei durante o GP de Mônaco nem mesmo me pediram mais tempo para se decidir. Ímola me propôs um revezamento com Monza. Nós poderíamos fazer isso, eu quero garantir que a Itália permaneça no calendário.
Denominado Autódromo Enzo e Dino Ferrari em homenagem ao fundador da tradicional escuderia italiana e ao filho dele, o autódromo é localizado na cidade de Ímola, a 40km de Bolonha e a 80km de Maranello, sede da Ferrari. A pista estreou na F-1 em 1980 sediando o GP da Itália no lugar de Monza, que ficou fora do calendário por um ano. Com a volta de Monza em 1981, Ímola passou a ser palco do GP de San Marino, nome do pequeno país completamente envolto por território italiano, que fica a 100km do autódromo.
De 1981 a 2006, Ímola recebeu ininterruptamente 26 GPs. Em 1994, para continuar na F-1, o autódromo foi obrigado a passar por profundas alterações tendo em vista maior segurança, após os acidentes fatais do austríaco Roland Ratzenberger e do brasileiro Ayrton Senna no mesmo fim de semana. Defasado em relação às modernas praças que ingressaram na categoria nos anos posteriores, a pista acabou deixando o calendário em 2006. Na ocasião, Ecclestone exigiu uma grande reforma no circuito para o retorno. Apesar das execução das obras, Ímola nunca mais sediou um GP de Fórmula 1 desde então. O maior vencedor do circuito é o alemão Michael Schumacher, com três triunfos. Ayrton Senna (3) e Nelson Piquet (2) também já venceram por lá.
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