MP pode apurar boatos sobre falsa cartilha de ideologia de gênero
A Secretária Municipal de Educação de Maceió voltou a afirmar nesta segunda-feira (15) que o material divulgado nos últimos dias em redes sociais, como sendo uma suposta cartilha sobre ideologia de gênero, a ser aprovada, para os planos de educação no estado, é falsa.
Ana Dayse Dorea disse que vai pedi ajuda ao Ministério Público Estadual (MPE) para apurar a origem do boato e punir quem disseminou essa informação.
“Espero que o MPE apure de onde está vindo isso, para que alguém seja realmente punido. É crime de falsidade ideológica”, disse a secretária.
Ana Dayse deixou claro que as alterações propostas pelo Governo Federal falam sobre a obrigação de orientar as crianças de modo a informar sobre a sexualidade precoce dos jovens.
A secretária disse ainda que, o Plano Municipal foi aprovado em 2012 e que foi aprovada pelo Governo Federal no ano passado uma revisão, mas não da forma como foi colocado nas redes sociais.
O Plano Nacional debatido possui 20 metas, uma delas tratava da diversidade sexual e de gênero. “O que tinha no Plano de educação que poderia desencadear tal reação já foi vetado. Então, por que pensar que os planos estaduais e municipais vão fazer aquilo que a lei não recomenda?”, questiona a secretária.
Ana Dayse Dorea disse que vai pedi ajuda ao Ministério Público Estadual (MPE) para apurar a origem do boato e punir quem disseminou essa informação.
“Espero que o MPE apure de onde está vindo isso, para que alguém seja realmente punido. É crime de falsidade ideológica”, disse a secretária.
Ana Dayse deixou claro que as alterações propostas pelo Governo Federal falam sobre a obrigação de orientar as crianças de modo a informar sobre a sexualidade precoce dos jovens.
A secretária disse ainda que, o Plano Municipal foi aprovado em 2012 e que foi aprovada pelo Governo Federal no ano passado uma revisão, mas não da forma como foi colocado nas redes sociais.
O Plano Nacional debatido possui 20 metas, uma delas tratava da diversidade sexual e de gênero. “O que tinha no Plano de educação que poderia desencadear tal reação já foi vetado. Então, por que pensar que os planos estaduais e municipais vão fazer aquilo que a lei não recomenda?”, questiona a secretária.
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