Greve dos agentes penitenciários suspende visitas nos presídios de AL
A greve dos agentes penitenciários de Alagoas segue por tempo indeterminado e as visitas de parentes estão suspensas, a começar deste fim de semana, em todo o sistema prisional do estado.
A decisão foi tomada durante assembleia da categoria, que cobra reajuste salarial, melhor estrutura das unidades e melhores condições de trabalho.
A greve começou no último dia 8 e apenas 30% dos serviços essenciais estarão funcionando no sistema prisional até que o governo do estado apresente uma proposta para as reivindicações da categoria. A paralisação foi decidida na última semana, durante assembleia.
Entre os serviços que ficam suspensos por tempo indeterminado estão o cadastro e as visitas de familiares aos presos, o recebimento de alimentos, a escolta e os atendimentos externos.
Os agentes penitenciários reivindicam melhores condições de trabalho e reajuste salarial, de forma que haja um nivelamento entre eles e os demais agentes que atuam na segurança pública. De acordo com o diretor do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen), Vitor Leite, essa diferença salarial chega a R$ 1.500.
Ainda de acordo com Vitor, a greve foi a última alternativa encontrada para o caos instalado no sistema, seja em relação aos agentes ou aos próprios detentos em locais onde o modelo de ressocialização não existe.
“Ficaremos assim até uma resposta satisfatória do governo. Após reunião, faremos uma assembleia para votar; mas, enquanto isso não ocorre, manteremos a greve, obedecendo os trinta por cento dos serviços, como alimentação, segurança interna e externa, atendimento de oficiais de Justiça com alvará de soltura e atendimento médico de emergência”, informou o sindicalista.
A decisão foi tomada durante assembleia da categoria, que cobra reajuste salarial, melhor estrutura das unidades e melhores condições de trabalho.
A greve começou no último dia 8 e apenas 30% dos serviços essenciais estarão funcionando no sistema prisional até que o governo do estado apresente uma proposta para as reivindicações da categoria. A paralisação foi decidida na última semana, durante assembleia.
Entre os serviços que ficam suspensos por tempo indeterminado estão o cadastro e as visitas de familiares aos presos, o recebimento de alimentos, a escolta e os atendimentos externos.
Os agentes penitenciários reivindicam melhores condições de trabalho e reajuste salarial, de forma que haja um nivelamento entre eles e os demais agentes que atuam na segurança pública. De acordo com o diretor do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Alagoas (Sindapen), Vitor Leite, essa diferença salarial chega a R$ 1.500.
Ainda de acordo com Vitor, a greve foi a última alternativa encontrada para o caos instalado no sistema, seja em relação aos agentes ou aos próprios detentos em locais onde o modelo de ressocialização não existe.
“Ficaremos assim até uma resposta satisfatória do governo. Após reunião, faremos uma assembleia para votar; mas, enquanto isso não ocorre, manteremos a greve, obedecendo os trinta por cento dos serviços, como alimentação, segurança interna e externa, atendimento de oficiais de Justiça com alvará de soltura e atendimento médico de emergência”, informou o sindicalista.
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