Ortopedista da UE do Agreste alerta sobre acidentes com motocicletas
Estatísticas da Unidade de Emergência (UE) do Agreste em Arapiraca apontam que registro de uma pequena queda nos atendimentos às vítimas de acidentes envolvendo motocicletas. De 1º de janeiro a 22 de maio deste ano, a Unidade atendeu 4.280 pacientes vítimas deste tipo de acidente, 7% a menos se comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 4.615 atendimentos.
Apesar dos números parecerem positivos, os acidentes trânsito, especialmente os que envolvem motocicletas, ainda preocupam os profissionais de saúde da UE do Agreste, referência em traumas de média e alta complexidade no interior do estado.
Segundo os especialistas, os jovens do sexo masculino lideram atendimento por este motivo, mesmo grande parte dos acidentes sejam provocados por imprudência, desrespeito às leis do trânsito ou a falta do capacete. As fraturas em membros inferiores e região do tórax são as mais comuns, seguidas por fraturas no crânio, o chamado Traumatismo Craniano Encefálico (TCE).
De acordo com o ortopedista Rodrigo Fernando Lourenço de Amorim, uma fratura na perna, quando não exposta, pode demorar entre quatro e seis meses para a total recuperação. Já as expostas, dependendo do caso, podem demorar mais de seis meses ou deixar sequelas para o resto da vida, a exemplo de amputações, infecções crônicas ou perna mais curta.
“Esse tipo de paciente gera ônus ao Estado, uma vez que as cirurgias são caríssimas, isso sem contar a manutenção financeira por parte do INSS durante o período de recuperação do paciente. Nos casos de invalidez permanente, essa manutenção também torna-se permanente”, alertou o ortopedista.
Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, em 2014, Alagoas gastou R$ 817 mil somente em internações hospitalares com vítimas de acidentes motociclísticos.
Atualmente, o Estado ocupa a 19ª posição no ranking de mortes por acidentes de motocicletas, ou seja, com 4,2 mortes para cada 100 mil habitantes.
Nos últimos seis anos, esse tipo de acidente foi responsável pelo crescimento de 115% das internações hospitalares no SUS.
Apesar dos números parecerem positivos, os acidentes trânsito, especialmente os que envolvem motocicletas, ainda preocupam os profissionais de saúde da UE do Agreste, referência em traumas de média e alta complexidade no interior do estado.
Segundo os especialistas, os jovens do sexo masculino lideram atendimento por este motivo, mesmo grande parte dos acidentes sejam provocados por imprudência, desrespeito às leis do trânsito ou a falta do capacete. As fraturas em membros inferiores e região do tórax são as mais comuns, seguidas por fraturas no crânio, o chamado Traumatismo Craniano Encefálico (TCE).
De acordo com o ortopedista Rodrigo Fernando Lourenço de Amorim, uma fratura na perna, quando não exposta, pode demorar entre quatro e seis meses para a total recuperação. Já as expostas, dependendo do caso, podem demorar mais de seis meses ou deixar sequelas para o resto da vida, a exemplo de amputações, infecções crônicas ou perna mais curta.
“Esse tipo de paciente gera ônus ao Estado, uma vez que as cirurgias são caríssimas, isso sem contar a manutenção financeira por parte do INSS durante o período de recuperação do paciente. Nos casos de invalidez permanente, essa manutenção também torna-se permanente”, alertou o ortopedista.
Segundo pesquisa do Ministério da Saúde, em 2014, Alagoas gastou R$ 817 mil somente em internações hospitalares com vítimas de acidentes motociclísticos.
Atualmente, o Estado ocupa a 19ª posição no ranking de mortes por acidentes de motocicletas, ou seja, com 4,2 mortes para cada 100 mil habitantes.
Nos últimos seis anos, esse tipo de acidente foi responsável pelo crescimento de 115% das internações hospitalares no SUS.
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