Celular é achado intacto após cinco meses no fundo do mar em Ilhabela
Uma adolescente de 13 anos recuperou o celular, um iPhone 5C, após ter perdido o aparelho no fim do ano passado em Ilhabela (SP). O celular, que caiu no mar enquanto ela praticava stand up paddle, foi achado por um morador do arquipélago no último dia 22 e devolvido à dona. Mantido em uma bolsa à prova d´água por cinco meses, o aparelho estava intacto e funcionando.
De acordo com o morador do litoral norte que encontrou o celular, Júlio Fiadi, de 55 anos, o aparelho foi encontrado a cinco metros de profundidade durante um exercício de nado entre as praias do Curral e Veloso. "No dia em que encontrei o iPhone, o mar estava muito limpo e, por isso, eu consegui ver o fundo. Vi um pedaço de fita preto, como uma alça e fui até o fundo para puxá-lo. Para minha surpresa, veio o celular em uma bolsa", contou ao G1.
Ele conta que ao chegar na areia, abriu a bolsa e viu que o celular estava seco. "Naquela hora já achei que poderia estar funcionando. O primeiro pensamento foi o de devolver ao dono. Em casa pluguei no carregador e liguei o aparelho, que funcionava perfeitamente. O problema é que estava bloqueado", afirmou. O celular é vendido por cerca de R$ 1,5 mil nas lojas.
A solução que a família de Fiadi deu ao problema do bloqueio foi colocar o chip do aparelho em outro telefone, para identificar o número e poder ligar para o dono.
"Minhas filhas são adolescentes e uma delas deu essa ideia de trocar o chip de telefone, o que felizmente deu certo. Achamos o contato e ligamos, a dona também era adolescente, ela ficou desconfiada quando disse que tinha achado o iPhone dela no mar e queria devolver", relembrou.
Devolvido
Em contato com o pai da adolescente, o comerciário José Carlos de Sousa, de 53 anos, Fiadi completou o favor. Ele disse que poderia deixar o aparelho na empresa do irmão, na zona norte de São Paulo. O local fica perto da casa da família da adolescente.
Na última semana, os pais da jovem buscaram o celular no local. "Nós nem acreditamos que ele fez todo esse esforço para nos devolver o celular. Muito legal mesmo a atitude do Júlio, estamos agradecidos", disse a mãe da adolescente, a dona de casa Regina Aparecida Valente, de 53 anos.
Para o pai, até agora é difícil acreditar no que aconteceu. "Os amigos que viajaram conosco pro litoral no ano passado e sabiam que minha filha tinha perdido o celular não acreditaram quando eu contei que recuperamos o aparelho e que estava no mar", afirmou Sousa.
A adolescente Bárbara Valente de Sousa confessou que, de tão inusitado que é o caso, inicialmente ela pensou que se tratasse de um trote. "Pensei mesmo que era trote quando o Júlio me ligou, mas aí ele foi dando detalhes de onde achou, como era o aparelho, e fui me convencendo. Como eu já tinha ganhado um novo celular do meu pai, por enquanto, esse que estava no mar vai ficar guardado", contou a estudante.
De acordo com o morador do litoral norte que encontrou o celular, Júlio Fiadi, de 55 anos, o aparelho foi encontrado a cinco metros de profundidade durante um exercício de nado entre as praias do Curral e Veloso. "No dia em que encontrei o iPhone, o mar estava muito limpo e, por isso, eu consegui ver o fundo. Vi um pedaço de fita preto, como uma alça e fui até o fundo para puxá-lo. Para minha surpresa, veio o celular em uma bolsa", contou ao G1.
Ele conta que ao chegar na areia, abriu a bolsa e viu que o celular estava seco. "Naquela hora já achei que poderia estar funcionando. O primeiro pensamento foi o de devolver ao dono. Em casa pluguei no carregador e liguei o aparelho, que funcionava perfeitamente. O problema é que estava bloqueado", afirmou. O celular é vendido por cerca de R$ 1,5 mil nas lojas.
A solução que a família de Fiadi deu ao problema do bloqueio foi colocar o chip do aparelho em outro telefone, para identificar o número e poder ligar para o dono.
"Minhas filhas são adolescentes e uma delas deu essa ideia de trocar o chip de telefone, o que felizmente deu certo. Achamos o contato e ligamos, a dona também era adolescente, ela ficou desconfiada quando disse que tinha achado o iPhone dela no mar e queria devolver", relembrou.
Devolvido
Em contato com o pai da adolescente, o comerciário José Carlos de Sousa, de 53 anos, Fiadi completou o favor. Ele disse que poderia deixar o aparelho na empresa do irmão, na zona norte de São Paulo. O local fica perto da casa da família da adolescente.
Na última semana, os pais da jovem buscaram o celular no local. "Nós nem acreditamos que ele fez todo esse esforço para nos devolver o celular. Muito legal mesmo a atitude do Júlio, estamos agradecidos", disse a mãe da adolescente, a dona de casa Regina Aparecida Valente, de 53 anos.
Para o pai, até agora é difícil acreditar no que aconteceu. "Os amigos que viajaram conosco pro litoral no ano passado e sabiam que minha filha tinha perdido o celular não acreditaram quando eu contei que recuperamos o aparelho e que estava no mar", afirmou Sousa.
A adolescente Bárbara Valente de Sousa confessou que, de tão inusitado que é o caso, inicialmente ela pensou que se tratasse de um trote. "Pensei mesmo que era trote quando o Júlio me ligou, mas aí ele foi dando detalhes de onde achou, como era o aparelho, e fui me convencendo. Como eu já tinha ganhado um novo celular do meu pai, por enquanto, esse que estava no mar vai ficar guardado", contou a estudante.
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