Repórter do portal R7 sofre abuso no metrô de São Paulo
Uma repórter do Portal R7, da Rede Record, relatou o abuso que sofreu na noite desta quarta-feira, dentro do metrô de São Paulo. Um homem, no vagão lotado, se masturbou e ejaculou na calça da jornalista, que só percebeu quando desceu em uma estação.
De acordo com o relato da repórter, eram 19h30 quando, no trecho entre as estações Brás e Bresser-Mooca, o homem cometeu o abuso. "Não notei nada até a porta estar prestes a se abrir e o barulho da movimentação intercalar com a respiração ofegante dele atrás de mim. Saí do vagão olhando para trás, desconfiada, e ele também saiu e me olhou. Foi quando meus pés tocaram a escada rolante que senti parte da minha calça esquentar. Quando coloquei a mão nela, notei que ela estava molhada", conta.
Ela ainda chamou um funcionário do metrô, que a acompanhou atrás do homem, que teria entrado em outro vagão. "Enquanto isso, ele me dizia que não tinha o que fazer. Que EU deveria ter gritado, que EU deveria ter feito alguma coisa e se EU tivesse me manifestado, os próprios passageiros me ajudariam [...]. Nada mais aconteceu. O funcionário perguntou se eu morava perto, eu disse que sim", diz o relato.
"Minha calça vai para máquina de lavar, mas e a minha dignidade?", concluiu a jornalista.
De acordo com o relato da repórter, eram 19h30 quando, no trecho entre as estações Brás e Bresser-Mooca, o homem cometeu o abuso. "Não notei nada até a porta estar prestes a se abrir e o barulho da movimentação intercalar com a respiração ofegante dele atrás de mim. Saí do vagão olhando para trás, desconfiada, e ele também saiu e me olhou. Foi quando meus pés tocaram a escada rolante que senti parte da minha calça esquentar. Quando coloquei a mão nela, notei que ela estava molhada", conta.
Ela ainda chamou um funcionário do metrô, que a acompanhou atrás do homem, que teria entrado em outro vagão. "Enquanto isso, ele me dizia que não tinha o que fazer. Que EU deveria ter gritado, que EU deveria ter feito alguma coisa e se EU tivesse me manifestado, os próprios passageiros me ajudariam [...]. Nada mais aconteceu. O funcionário perguntou se eu morava perto, eu disse que sim", diz o relato.
"Minha calça vai para máquina de lavar, mas e a minha dignidade?", concluiu a jornalista.
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