Reformas de escolas estão atrasadas há dois anos em Girau
Em abril de 2013, a prefeitura de Girau do Ponciano firmou um contrato com a Construtora Colibrir Ltda para executar obras de ampliação e reforma em dez escolas da rede pública municipal em um prazo de quatro meses. A empresa receberia pouco mais de R$ 1.500.000, mas segundo o Portal da Transparência, recebeu R$ 1 milhão a mais. Porém, em algumas escolas as reformas nem começaram.
No povoado Lagoa das Piabas a reforma nem começou. Já no povoado Boqueirão das Pastoras, o que há de novo é a escadaria de cimento, a rampa de acesso e o banheiro, segundo uma das professoras. “Era para reforma a sala, mas a reforma foi parada”, afirma.
Outra escola que estaria na lista de reformas fica no Sítio Lagoa do Mel. Nos fundos, o esgoto é despejado livremente. Também dá para perceber que o alicerce chegou a ser cavado, mas nada além disso, foi feito. “Uns homens vieram e cavaram aí, mas só isso”, diz uma moradora.
No povoado Craíbas dos Ferros, cerca de dez homens trabalham para deixar a escola pronta no prazo de 15 dias, estabelecido pelo município, depois que a reportagem da TV Gazeta mostrou que as obras, que estavam paradas, se arrastam por mais de um ano.
No Sítio Poço, a escola é um aperto. Por falta de espaço, um salão funciona como anexo. “Essa escola ainda não passou por reforma, mas ainda vai passar”, diz uma professora.
Além disso, as escolas que tiveram as obras de reforma e ampliação concluídas não foram entregues à população no tempo previsto. É o caso da escola no povoado Rancho, inaugurada no ano passado. “Ela foi entregue no final de 2014”, diz uma funcionária.
O edital de licitação diz que a eventual reprovação das obras e serviços em qualquer fase de execução, não implicará em alteração do prazo de entrega, nem isentará a empresa contratada de punições.
Segundo um relatório extraído do Portal da Transparência, a prefeitura de Girau do Ponciano teria feito pagamentos à construtora contratada em março de 2013, antes da data de assinatura do contrato, que foi no dia 15 de abril, antes mesmo da publicação do contrato no Diário Oficial, em 16 de julho de 2013. O somatório dos repasses passa de R$ 2.600.000, mais de R$ 1 milhão acima do valor original do contrato.
Por telefone, o dono da Construtora Colibrir disse que não recebeu o dinheiro a mais para a reforma das escolas. “Não recebi dinheiro a mais. Os serviços firmados em contratos foram feitos. Talvez as escolas mostradas não façam parte do contrato”, disse.
Por telefone, o Prefeito de Girau do Ponciano, Fábio Aurélio (PSD), disse que na semana que vem vai se pronunciar por meio de nota.
No povoado Lagoa das Piabas a reforma nem começou. Já no povoado Boqueirão das Pastoras, o que há de novo é a escadaria de cimento, a rampa de acesso e o banheiro, segundo uma das professoras. “Era para reforma a sala, mas a reforma foi parada”, afirma.
Outra escola que estaria na lista de reformas fica no Sítio Lagoa do Mel. Nos fundos, o esgoto é despejado livremente. Também dá para perceber que o alicerce chegou a ser cavado, mas nada além disso, foi feito. “Uns homens vieram e cavaram aí, mas só isso”, diz uma moradora.
No povoado Craíbas dos Ferros, cerca de dez homens trabalham para deixar a escola pronta no prazo de 15 dias, estabelecido pelo município, depois que a reportagem da TV Gazeta mostrou que as obras, que estavam paradas, se arrastam por mais de um ano.
No Sítio Poço, a escola é um aperto. Por falta de espaço, um salão funciona como anexo. “Essa escola ainda não passou por reforma, mas ainda vai passar”, diz uma professora.
Além disso, as escolas que tiveram as obras de reforma e ampliação concluídas não foram entregues à população no tempo previsto. É o caso da escola no povoado Rancho, inaugurada no ano passado. “Ela foi entregue no final de 2014”, diz uma funcionária.
O edital de licitação diz que a eventual reprovação das obras e serviços em qualquer fase de execução, não implicará em alteração do prazo de entrega, nem isentará a empresa contratada de punições.
Segundo um relatório extraído do Portal da Transparência, a prefeitura de Girau do Ponciano teria feito pagamentos à construtora contratada em março de 2013, antes da data de assinatura do contrato, que foi no dia 15 de abril, antes mesmo da publicação do contrato no Diário Oficial, em 16 de julho de 2013. O somatório dos repasses passa de R$ 2.600.000, mais de R$ 1 milhão acima do valor original do contrato.
Por telefone, o dono da Construtora Colibrir disse que não recebeu o dinheiro a mais para a reforma das escolas. “Não recebi dinheiro a mais. Os serviços firmados em contratos foram feitos. Talvez as escolas mostradas não façam parte do contrato”, disse.
Por telefone, o Prefeito de Girau do Ponciano, Fábio Aurélio (PSD), disse que na semana que vem vai se pronunciar por meio de nota.
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