Peritos criminais do Estado devem elucidar dúvidas na morte de agente penitenciário
Pelo menos duas versões confrontantes para o mesmo crime, duas armas utilizadas pelas partes envolvidas e muitas testemunhas. É nesse contexto, envolvendo a morte do agente penitenciário Joab Nascimento de Araújo Júnior, na última quinta (14), que a perícia criminal terá a responsabilidade de eliminar as dúvidas da investigação e apresentar provas técnicas para esclarecer o crime.
O agente foi morto após uma confusão dentro de um bar, no centro de Maceió. Ele foi atingido com um tiro no abdômen, disparado por um policial do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), que foi acionado por testemunhas até o local do crime, na quarta-feira. Joab morreu no hospital, no dia seguinte.
O trabalho será feito por peritos do Estado de Alagoas, por meio de exames solicitados pela Polícia Civil, que podem ser desde o levantamento pericial de local de crime, onde será traçada a dinâmica do evento com base nos vestígios encontrados, até exames balísticos nas armas que possam ser apreendidas.
De acordo com a Associação Alagoana de Peritos em Criminalística (AAPC), os profissionais do órgão estadual de perícia estão entre os mais bem treinados e atualizados da região Nordeste, com cursos de aprimoramento e aperfeiçoamento profissional realizados regularmente. Além disso, a Perícia possui autonomia para atuar, sendo independente das polícias e da Justiça estaduais.
A afirmação foi feita ante a uma declaração à imprensa dada pelo advogado Roberto Hermenegildo, assistente de acusação no crime contra o agente penitenciário, que pretende pedir a participação de um perito federal no caso para a realização de um levantamento idôneo.
Conforme a AAPC, a Perícia estadual possui vasta experiência em casos de mortes violentas, diferente da Perícia federal, que atua mais voltada para crimes ambientais, patrimoniais, relacionados à informática e à alteração de documentos, por exemplo.
“No caso exposto, a AAPC vê com certa preocupação o posicionamento do representante jurídico. Os peritos criminais estaduais não entendem qual fator foi levado em consideração para tal afirmação", diz o presidente da associação, Paulo Rogério Ferreira.
"Ficamos com um questionamento: por que relatar que o colega da perícia federal, não desmerecendo seu conhecimento, faria um levantamento idôneo?" Não somos, peritos criminais estaduais, dignos disso?", complementa Ferreira.
Hermenegildo disse, nessa sexta-feira, que solicitaria à polícia, além da participação de um perito federal no caso, a acareação entre testemunhas e acusados e a reprodução simulada da cena do crime.
O agente foi morto após uma confusão dentro de um bar, no centro de Maceió. Ele foi atingido com um tiro no abdômen, disparado por um policial do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), que foi acionado por testemunhas até o local do crime, na quarta-feira. Joab morreu no hospital, no dia seguinte.
O trabalho será feito por peritos do Estado de Alagoas, por meio de exames solicitados pela Polícia Civil, que podem ser desde o levantamento pericial de local de crime, onde será traçada a dinâmica do evento com base nos vestígios encontrados, até exames balísticos nas armas que possam ser apreendidas.
De acordo com a Associação Alagoana de Peritos em Criminalística (AAPC), os profissionais do órgão estadual de perícia estão entre os mais bem treinados e atualizados da região Nordeste, com cursos de aprimoramento e aperfeiçoamento profissional realizados regularmente. Além disso, a Perícia possui autonomia para atuar, sendo independente das polícias e da Justiça estaduais.
A afirmação foi feita ante a uma declaração à imprensa dada pelo advogado Roberto Hermenegildo, assistente de acusação no crime contra o agente penitenciário, que pretende pedir a participação de um perito federal no caso para a realização de um levantamento idôneo.
Conforme a AAPC, a Perícia estadual possui vasta experiência em casos de mortes violentas, diferente da Perícia federal, que atua mais voltada para crimes ambientais, patrimoniais, relacionados à informática e à alteração de documentos, por exemplo.
“No caso exposto, a AAPC vê com certa preocupação o posicionamento do representante jurídico. Os peritos criminais estaduais não entendem qual fator foi levado em consideração para tal afirmação", diz o presidente da associação, Paulo Rogério Ferreira.
"Ficamos com um questionamento: por que relatar que o colega da perícia federal, não desmerecendo seu conhecimento, faria um levantamento idôneo?" Não somos, peritos criminais estaduais, dignos disso?", complementa Ferreira.
Hermenegildo disse, nessa sexta-feira, que solicitaria à polícia, além da participação de um perito federal no caso, a acareação entre testemunhas e acusados e a reprodução simulada da cena do crime.
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