Projeto de lei quer que 'baitola' e 'piroca' sejam patrimônio imaterial brasileiro
O Poder Legislativo é de suma importância para o desenvolvimento do país. Contudo, às vezes aparecem propostas que se antagonizam com as principais demandas sociais. Congressistas que apresentam projetos desnecessários, absurdos ou até mesmo de causar vergonha e repúdio.
Para exemplificar tal situação supracitada, conheça o projeto de lei um tanto quanto inusitado do deputado Wanderley Dallas, membro da bancada evangélica em seu quarto mandato.
No PL 341/2012, o político propôs que palavras como 'piroca', 'cabaço', 'baitola', 'pinguelo', 'xibiu' e 'dedada' sejam patrimônio imaterial do Amazonas. Os termos foram copiados do livro 'Amazonês', do acadêmico Sérgio Freire.
O texto começou a tramitar nas comissões da Câmara neste ano, gerando polêmica.
Orlando Cidade, presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Casa afirmou que considera a proposta "sem a menor consistência". Além disso, pediu que a Mesa Diretora altere o regimento para que a CCJ possa vetar matérias que não sejam de utilidade pública.
Depois das críticas, Dallas disse que retirará algumas palavras do projeto e alfinetou: "É um grupo de deputados que se constrange com a palavra 'cabaço', mas usa de boca cheia em qualquer local".
Para exemplificar tal situação supracitada, conheça o projeto de lei um tanto quanto inusitado do deputado Wanderley Dallas, membro da bancada evangélica em seu quarto mandato.
No PL 341/2012, o político propôs que palavras como 'piroca', 'cabaço', 'baitola', 'pinguelo', 'xibiu' e 'dedada' sejam patrimônio imaterial do Amazonas. Os termos foram copiados do livro 'Amazonês', do acadêmico Sérgio Freire.
O texto começou a tramitar nas comissões da Câmara neste ano, gerando polêmica.
Orlando Cidade, presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Casa afirmou que considera a proposta "sem a menor consistência". Além disso, pediu que a Mesa Diretora altere o regimento para que a CCJ possa vetar matérias que não sejam de utilidade pública.
Depois das críticas, Dallas disse que retirará algumas palavras do projeto e alfinetou: "É um grupo de deputados que se constrange com a palavra 'cabaço', mas usa de boca cheia em qualquer local".
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