Lollapalooza 2015 atrai fãs de todos os gostos
A edição 2015 do Lollapalooza serviu para muitos como oportunidade de conhecer novas bandas, e apesar de não ter a presença de artistas de grande projeção no cenário musical, atraiu pela organização e bons shows, avaliam fãs. O evento, que ocorreu neste final de semana, no autódromo de Interlagos, em São Paulo, atraiu 150 mil pessoas mesmo com tempo chuvoso, fazendo com que o público acrescentasse ao visual um acessório a mais: a capa de chuva.
Valéria Prudenciano, 20, elogiou o evento e disse que pretende voltar nos próximos anos, independentemente de quem irá tocar: "É o segundo ano consecutivo que eu venho, e foi muito bom. Eu não conhecia várias das bandas que iriam tocar, mas comecei a ouvir quando saiu a programação oficial e gostei de todos os shows", conta a estudante de psicologia. Das apresentações que assistiu, considerou a da banda canadense de metal alternativo Three Days Grace, a melhor.
Valéria veio da cidade de Campinas, a 100km de São Paulo, acompanhada da amiga, Patrícia Domingos, também de 20 anos. Juntas, as duas assistiram também aos shows das bandas brasileiras "Far From Alaska", de Natal/RN, e "Scalene", de Brasília/DF. Patrícia, que também compareceu ao evento pela segunda vez, disse que a princípio ficou um pouco decepcionada com o line up, mas gostou do que viu e também projeta voltar nos próximos anos: "Esperava algumas bandas de maior projeção no cenário musical. Dentre os que tocaram no segundo dia, eu já acompanhava apenas Foster The People e o [DJ britânico] Calvin Harris".
Além dos shows, o que chamou a atenção foram as atividades que aconteciam em paralelo no festival, segundo as jovens. Espaços patrocinados permitiam ao público fazer tatuagens e até personalizar sua própria camiseta, através de estampas.
Real desvalorizado até no Lollapalooza
Motivo de grande reclamação do público presente no festival, foi o preço dos alimentos, que deveriam ser comprados com a moeda própria do evento, o "Lolla Mango". Parecendo acompanhar a valorização do dólar frente ao real, cada unidade de mango estava cotada a R$2,50. Os alimentos vendidos em "foodtrucks" espalhados pela área do autódromo pareciam doer menos no bolso do consumidor quando se olhava o valor em "Mangos". Um chopp de 400ml, por exemplo, custava 4 mangos (10 reais), enquanto que para comer um lanche, o fã poderia ter que desembolsar até 10 mangos (25 reais)
Valéria Prudenciano, 20, elogiou o evento e disse que pretende voltar nos próximos anos, independentemente de quem irá tocar: "É o segundo ano consecutivo que eu venho, e foi muito bom. Eu não conhecia várias das bandas que iriam tocar, mas comecei a ouvir quando saiu a programação oficial e gostei de todos os shows", conta a estudante de psicologia. Das apresentações que assistiu, considerou a da banda canadense de metal alternativo Three Days Grace, a melhor.
Valéria veio da cidade de Campinas, a 100km de São Paulo, acompanhada da amiga, Patrícia Domingos, também de 20 anos. Juntas, as duas assistiram também aos shows das bandas brasileiras "Far From Alaska", de Natal/RN, e "Scalene", de Brasília/DF. Patrícia, que também compareceu ao evento pela segunda vez, disse que a princípio ficou um pouco decepcionada com o line up, mas gostou do que viu e também projeta voltar nos próximos anos: "Esperava algumas bandas de maior projeção no cenário musical. Dentre os que tocaram no segundo dia, eu já acompanhava apenas Foster The People e o [DJ britânico] Calvin Harris".
Além dos shows, o que chamou a atenção foram as atividades que aconteciam em paralelo no festival, segundo as jovens. Espaços patrocinados permitiam ao público fazer tatuagens e até personalizar sua própria camiseta, através de estampas.
Real desvalorizado até no Lollapalooza
Motivo de grande reclamação do público presente no festival, foi o preço dos alimentos, que deveriam ser comprados com a moeda própria do evento, o "Lolla Mango". Parecendo acompanhar a valorização do dólar frente ao real, cada unidade de mango estava cotada a R$2,50. Os alimentos vendidos em "foodtrucks" espalhados pela área do autódromo pareciam doer menos no bolso do consumidor quando se olhava o valor em "Mangos". Um chopp de 400ml, por exemplo, custava 4 mangos (10 reais), enquanto que para comer um lanche, o fã poderia ter que desembolsar até 10 mangos (25 reais)
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