Recém-nascido é enterrado vivo logo após o parto em Palmeira dos Índios
Um bebê foi enterrado ainda com vida após um parto, na noite dessa sexta-feira (27), na localidade conhecida como Sítio Lagoa da Canafístula, na zona rural do município de Palmeira dos Índios.
De acordo com a polícia, uma menina recém-nascida foi enterrada viva em um terreno baldio, logo após o parto ter acontecido. Uma moradora da região ouviu o choro fraquinho e conseguiu fazer o resgate da criança antes que ela morresse. O fato chocou a comunidade pacata daquela região. A mãe não foi localizada até agora.
A mulher que localizou o bebê se chama Vera Lúcia Vieira da Silva. De acordo com informações repassadas pela Delegacia Regional de Palmeira dos Índios, ela estava conversando com um vizinho, por volta das 18h30, e escutou um barulho estranho, como se fosse um choro de uma criança. Como é um sítio e há poucas moradias, os dois se assustaram e foram checar o que estava acontecendo. Quando perceberam a cena tomaram um susto.
A criança estava parcialmente enterrada, numa espécie de cova rasa (improvisada), em uma área que ficava a cerca de 100 metros da residência onde os dois estavam conversando. Pelo relato de Vera, feito à polícia, a menina estava com parte do corpo na terra e a cabeça coberta com folhagens.
Segundo o chefe de serviço da delegacia de Taquarana, Nidervaldo Alves Cantuária, de plantão neste sábado da Regional de Palmeira dos Índios, a hipótese mais evidente é a de que o parto havia acontecido momentos antes. A recém-nascida ainda estava com o cordão umbilical cortado sem qualquer assepsia e a criança já estava bastante debilitada. Ainda conforme o policial, nas proximidades foi visto muito sangue, provavelmente do momento em que a mãe deu à luz.
Vera Lúcia foi a responsável por levar o bebê para a maternidade da cidade, onde os primeiros cuidados médicos foram feitos. A menina permanece internada em um dos leitos em observação. Foi medicada e alimentada. Integrantes do Conselho Tutelar da região foram acionados para acompanhar o caso. Eles procuram integrantes da família.
Os policiais civis conversaram com outros moradores do local para tentar descobrir o paradeiro da mãe. A Polícia Militar trata o caso como abandono de incapaz. Informações extraoficiais davam conta de que a acusada seria uma adolescente que estava escondendo a gravidez dos pais.
De acordo com a polícia, uma menina recém-nascida foi enterrada viva em um terreno baldio, logo após o parto ter acontecido. Uma moradora da região ouviu o choro fraquinho e conseguiu fazer o resgate da criança antes que ela morresse. O fato chocou a comunidade pacata daquela região. A mãe não foi localizada até agora.
A mulher que localizou o bebê se chama Vera Lúcia Vieira da Silva. De acordo com informações repassadas pela Delegacia Regional de Palmeira dos Índios, ela estava conversando com um vizinho, por volta das 18h30, e escutou um barulho estranho, como se fosse um choro de uma criança. Como é um sítio e há poucas moradias, os dois se assustaram e foram checar o que estava acontecendo. Quando perceberam a cena tomaram um susto.
A criança estava parcialmente enterrada, numa espécie de cova rasa (improvisada), em uma área que ficava a cerca de 100 metros da residência onde os dois estavam conversando. Pelo relato de Vera, feito à polícia, a menina estava com parte do corpo na terra e a cabeça coberta com folhagens.
Segundo o chefe de serviço da delegacia de Taquarana, Nidervaldo Alves Cantuária, de plantão neste sábado da Regional de Palmeira dos Índios, a hipótese mais evidente é a de que o parto havia acontecido momentos antes. A recém-nascida ainda estava com o cordão umbilical cortado sem qualquer assepsia e a criança já estava bastante debilitada. Ainda conforme o policial, nas proximidades foi visto muito sangue, provavelmente do momento em que a mãe deu à luz.
Vera Lúcia foi a responsável por levar o bebê para a maternidade da cidade, onde os primeiros cuidados médicos foram feitos. A menina permanece internada em um dos leitos em observação. Foi medicada e alimentada. Integrantes do Conselho Tutelar da região foram acionados para acompanhar o caso. Eles procuram integrantes da família.
Os policiais civis conversaram com outros moradores do local para tentar descobrir o paradeiro da mãe. A Polícia Militar trata o caso como abandono de incapaz. Informações extraoficiais davam conta de que a acusada seria uma adolescente que estava escondendo a gravidez dos pais.
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