Corpo de aeromoça é achado dentro de mala em represa do Cantareira
O corpo de uma aeromoça de 31 anos foi encontrado na noite desta segunda-feira (9) em um barranco às margens da represa do Atibainha, que faz parte do Sistema Cantareira, em Nazaré Paulista (SP). Segundo a Polícia Civil, Michelli Nogueira foi achada dentro de uma mala e tinha marcas de agressões.
O marido da aeromoça foi encontrado morto em Sumaré, na região de Campinas, na madrugada desta terça-feira (10). O nome dele não foi informado. A polícia da região ainda não disse em que condições ele estava ou o que teria causado a morte.
O corpo de Michelli foi localizado por volta das 19h após denúncia anônima. Segundo a Polícia Civil, o crime teria acontecido horas antes de o corpo ser achado. Ao lado dele, havia uma outra mala onde estavam os documentos da mulher.
"[O corpo] foi jogado em uma ribanceira e, aparentemente, ela foi morta com pancadas na cabeça. Há marcas de lesões no crânio e na boca. No restante do corpo, não há vestígios de lesões, nem de violência sexual", afirmou o delegado Luiz Carlos Ziliotti.
Segundo a Polícia Civil, a vítima tinha 31 anos e morava em Sumaré, na região de Campinas. Ela trabalhava como comissária de bordo na companhia aérea Azul. A empresa afirmou que ainda não foi notificada, mas que ajudará nas investigações assim que for acionada.
A Polícia Civil disse que já iniciou as investigações para saber os últimos lugares onde a mulher esteve antes de ser morta.
O marido da aeromoça foi encontrado morto em Sumaré, na região de Campinas, na madrugada desta terça-feira (10). O nome dele não foi informado. A polícia da região ainda não disse em que condições ele estava ou o que teria causado a morte.
O corpo de Michelli foi localizado por volta das 19h após denúncia anônima. Segundo a Polícia Civil, o crime teria acontecido horas antes de o corpo ser achado. Ao lado dele, havia uma outra mala onde estavam os documentos da mulher.
"[O corpo] foi jogado em uma ribanceira e, aparentemente, ela foi morta com pancadas na cabeça. Há marcas de lesões no crânio e na boca. No restante do corpo, não há vestígios de lesões, nem de violência sexual", afirmou o delegado Luiz Carlos Ziliotti.
Segundo a Polícia Civil, a vítima tinha 31 anos e morava em Sumaré, na região de Campinas. Ela trabalhava como comissária de bordo na companhia aérea Azul. A empresa afirmou que ainda não foi notificada, mas que ajudará nas investigações assim que for acionada.
A Polícia Civil disse que já iniciou as investigações para saber os últimos lugares onde a mulher esteve antes de ser morta.
"Já estamos designando equipes com destino ao [aeroporto de] Viracopos, onde provavelmente ela trabalhava, para saber se há alguma informação que possa nos ajudar nas investigações. Ou em Sumaré, onde ela reside, ao que consta, para saber qual a motivação do crime, se há algum suspeito, se foi passional, se foi vingança, se foi latrocínio", disse o delegado.
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