Suspeito de matar universitária a facadas se entrega à polícia
O universitário Ruddy Hellen Honorato, de 31 anos, suspeito de matar a facadas a estudante de Administração Stéphanie Rodrigues, de 22 anos, entregou-se à polícia na tarde desta segunda-feira (9), na Delegacia de Homicídios, no bairro de Mangabeiras, em Maceió. Honorato e Stéphanie mantinham um relacionamento há seis anos. A investigação aponta que a vítima foi morta com mais de 29 facadas, dentro de casa, no São Jorge, em Maceió.
Em depoimento à polícia, o suspeito confessou o crime e revelou que estava em outro estado. Ele relatou também que, no momento do crime, a namorada estava com um faca em mãos e que, durante uma discussão, acabou ferindo a mulher. A polícia também informou que, no telefone da vítima, havia uma mensagem do universitário, ameaçando-a de morte.
Na última sexta-feira, o titular da Delegacia de Homicídios, Lucimério Campos, informou que Rude Honorato havia enviado uma mensagem para a estudante, afirmando que estava se dirigindo à residência da mesma para matá-la. O aparelho telefônico da vítima foi apreendido pela Polícia Civil, enquanto o mandado de prisão preventiva foi decretado pelo juíz Maurício Brêda, da 7ª Vara Criminal.
De acordo com o delegado, a investigação - conduzida em conjunto com equipe da Força Nacional - aponta que o casal mantinha um relacionamento conturbado ao longo dos últimos seis anos. Lucimério destacou ainda que, no mês de fevereiro de 2014, Ruddy Honorato foi preso em flagrante por ter agredido Stéphanie. Ele chegou a ser indiciado com base na Lei Maria da Penha.
“No telefone apreendido, constatamos as ameaças contra a vítima, mas ela não chegou a ler o recado em que o acusado disse que iria matá-la. Todo esse material será anexado ao inquérito policial que apura o assassinato. O caso deve ser enquadrado como homicídio qualificado”, afirmou o delegado.
Suposto acordo
O advogado de Ruddy, Tássio Marques, afirmou em entrevista, na tarde de ontem, que havia feito um acordo com o delegado para que seu cliente fosse à delegacia para revelar sua versão aos fatos e ser liberado logo em seguida. O suposto acordo, porém, não foi cumprido. "Antes de apresentá-lo, entrei em contato com o delegado para que Ruddy pudesse prestar depoimento e, em seguida, ser liberado, mas, na surdina, ele conseguiu o mandado e prendeu o meu cliente", esbravejou Tássio.
Já o delegado Marcus Fraile, que colheu o depoimento do acusado, defendeu-se da acusação afirmando que nunca houve acordo algum com o advogado. "Que acordo? Como eu faria uma acordo com alguém que tirou a vida de outra pessoa? Eu nunca deixaria uma pessoa que cometeu um crime desse tipo sair pela porta da frente da minha delegacia. O mandado já havia sido solicitado e eu só estava aguardando ele ser expedido para cumpri-lo", defendeu-se Fraile.
Em depoimento à polícia, o suspeito confessou o crime e revelou que estava em outro estado. Ele relatou também que, no momento do crime, a namorada estava com um faca em mãos e que, durante uma discussão, acabou ferindo a mulher. A polícia também informou que, no telefone da vítima, havia uma mensagem do universitário, ameaçando-a de morte.
Na última sexta-feira, o titular da Delegacia de Homicídios, Lucimério Campos, informou que Rude Honorato havia enviado uma mensagem para a estudante, afirmando que estava se dirigindo à residência da mesma para matá-la. O aparelho telefônico da vítima foi apreendido pela Polícia Civil, enquanto o mandado de prisão preventiva foi decretado pelo juíz Maurício Brêda, da 7ª Vara Criminal.
De acordo com o delegado, a investigação - conduzida em conjunto com equipe da Força Nacional - aponta que o casal mantinha um relacionamento conturbado ao longo dos últimos seis anos. Lucimério destacou ainda que, no mês de fevereiro de 2014, Ruddy Honorato foi preso em flagrante por ter agredido Stéphanie. Ele chegou a ser indiciado com base na Lei Maria da Penha.
“No telefone apreendido, constatamos as ameaças contra a vítima, mas ela não chegou a ler o recado em que o acusado disse que iria matá-la. Todo esse material será anexado ao inquérito policial que apura o assassinato. O caso deve ser enquadrado como homicídio qualificado”, afirmou o delegado.
Suposto acordo
O advogado de Ruddy, Tássio Marques, afirmou em entrevista, na tarde de ontem, que havia feito um acordo com o delegado para que seu cliente fosse à delegacia para revelar sua versão aos fatos e ser liberado logo em seguida. O suposto acordo, porém, não foi cumprido. "Antes de apresentá-lo, entrei em contato com o delegado para que Ruddy pudesse prestar depoimento e, em seguida, ser liberado, mas, na surdina, ele conseguiu o mandado e prendeu o meu cliente", esbravejou Tássio.
Já o delegado Marcus Fraile, que colheu o depoimento do acusado, defendeu-se da acusação afirmando que nunca houve acordo algum com o advogado. "Que acordo? Como eu faria uma acordo com alguém que tirou a vida de outra pessoa? Eu nunca deixaria uma pessoa que cometeu um crime desse tipo sair pela porta da frente da minha delegacia. O mandado já havia sido solicitado e eu só estava aguardando ele ser expedido para cumpri-lo", defendeu-se Fraile.
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