Servidores técnicos da Ufal fecham entrada da instituição em Maceió
Os servidores técnicos da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) fecharam a porta da instituição, na manhã desta terça-feira (3), em protesto contra a falta de negociação com o governo federal, além de aumento salarial, implementação da data-base e outras reivindicações.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (Sintufal), a categoria não consegue uma negociação com a União desde o ano passado.
"O que temos até agora é um verdadeiro desrespeito aos técnico-administrativos das IFES [Instituições Federais de Ensino Superior], num cenário onde os interlocutores do governo federal usam de todas as artimanhas possíveis e imagináveis para não concluírem as tais negociações", disse em nota.
A assessoria de comunicação do Ministério da Educação informou que vai analisar as reivindicações para saber se é ou não de competência da União responder por elas.
A categoria ainda denuncia que o auxílio saúde, auxílio alimentação e outros benefícios estão congelados. A paralisação também é contra a política de arrocho salarial imposta aos técnico-administrativos, contra a carestia dos alimentos e das tarifas administradas pelo governo e contra o corte de verba em áreas sociais, como a Educação.
Os servidores também querem a regulamentação da jornada de trabalho para o máximo de 30 horas para o serviço público, sem redução salarial, fim da terceirização, data-base para 1º de maio, paridade salarial entre ativos e aposentados, política salarial permanente com correção das distorções e reposição das perdas inflacionárias.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Alagoas (Sintufal), a categoria não consegue uma negociação com a União desde o ano passado.
"O que temos até agora é um verdadeiro desrespeito aos técnico-administrativos das IFES [Instituições Federais de Ensino Superior], num cenário onde os interlocutores do governo federal usam de todas as artimanhas possíveis e imagináveis para não concluírem as tais negociações", disse em nota.
A assessoria de comunicação do Ministério da Educação informou que vai analisar as reivindicações para saber se é ou não de competência da União responder por elas.
A categoria ainda denuncia que o auxílio saúde, auxílio alimentação e outros benefícios estão congelados. A paralisação também é contra a política de arrocho salarial imposta aos técnico-administrativos, contra a carestia dos alimentos e das tarifas administradas pelo governo e contra o corte de verba em áreas sociais, como a Educação.
Os servidores também querem a regulamentação da jornada de trabalho para o máximo de 30 horas para o serviço público, sem redução salarial, fim da terceirização, data-base para 1º de maio, paridade salarial entre ativos e aposentados, política salarial permanente com correção das distorções e reposição das perdas inflacionárias.
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