Alagoas tem a segunda menor renda per capita do país, diz IBGE
Seguindo o calendário anual de pesquisas econômicas, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (26) os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) referentes ao ano de 2014. No ranking que indica o rendimento por estados, Alagoas tem a segunda menor renda per capita do país.
O valor do rendimento domiciliar per capita é calculado de acordo com os rendimentos domiciliares declarados, o resultado é a soma dos valores recebidos por cada morador no mês de referência da entrevista e dividido pelo total de moradores do domicílio.
Os dados apresentados indicam que no ano passado, o rendimento médio do brasileiro foi R$ 1.052 mil. A menor renda por pessoa foi registrada no Maranhão, equivale ao valor de R$ 461. Alagoas é o segundo estado com menor valor, R$ 604 por pessoa.
Essas estimativas servem como base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), conforme definido pela Lei Complementar nº 143, de julho de 2013.
A cada trimestre, a PNAD Contínua investiga 211.344 domicílios particulares permanentes em aproximadamente 16.000 setores censitários, distribuídos em cerca de 3.500 municípios e produz informações contínuas sobre a inserção da população no mercado de trabalho e suas características, tais como idade, sexo e nível de instrução.
São Paulo, que tem o maior parque industrial do país, ocupa a segunda posição, com R$ 1.432, ficando atrás do Distrito Federal, que tem o maior rendimento, com R$ 2.055.
Os dados desta pesquisa são divulgados anualmente e servem de base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE). Os maiores rendimentos nominais domiciliares estão todos localizados nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste.
O valor do rendimento domiciliar per capita é calculado de acordo com os rendimentos domiciliares declarados, o resultado é a soma dos valores recebidos por cada morador no mês de referência da entrevista e dividido pelo total de moradores do domicílio.
Os dados apresentados indicam que no ano passado, o rendimento médio do brasileiro foi R$ 1.052 mil. A menor renda por pessoa foi registrada no Maranhão, equivale ao valor de R$ 461. Alagoas é o segundo estado com menor valor, R$ 604 por pessoa.
Essas estimativas servem como base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), conforme definido pela Lei Complementar nº 143, de julho de 2013.
A cada trimestre, a PNAD Contínua investiga 211.344 domicílios particulares permanentes em aproximadamente 16.000 setores censitários, distribuídos em cerca de 3.500 municípios e produz informações contínuas sobre a inserção da população no mercado de trabalho e suas características, tais como idade, sexo e nível de instrução.
São Paulo, que tem o maior parque industrial do país, ocupa a segunda posição, com R$ 1.432, ficando atrás do Distrito Federal, que tem o maior rendimento, com R$ 2.055.
Os dados desta pesquisa são divulgados anualmente e servem de base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE). Os maiores rendimentos nominais domiciliares estão todos localizados nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste.
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