Davi foi sequestrado, torturado e morto por PMs, conclui investigação
A Polícia Civil de Alagoas informou, na tarde desta quinta-feira (12), que concluiu o inquérito que investigava o desaparecimento do adolescente Davi da Silva e o remeteu à Justiça. Quatro policiais militares foram indiciados.
De acordo com a polícia, a comissão responsável pelo inquérito reuniu diversas provas, testemunhais e técnicas, que indicaram que o adolescente foi sequestrado, torturado e depois assassinado, tendo o corpo ocultado em local ainda desconhecido.
O adolescente desapareceu após uma abordagem da Radiopatrulha no dia 25 de agosto, no bairro do Benedito Bentes. De acordo com uma testemunha, Davi foi encontrado com uma pequena quantidade de maconha. Os policiais o colocaram dentro da viatura e desde então ele não foi mais visto.
A Delegacia Geral da Polícia Civil criou uma comissão composta pelos delegados José Carlos André, Lucimério Campos, Antonio Edson e Antonio Henrique para apurar o caso.
Os suspeitos do crime são os policiais Eudecir Gomes de Lima, Carlos Eduardo Ferreira dos Santos, Victor Rafael Martins da Silva e Nayara Silva de Andrade, integrantes da guarnição que abordou o adolescente Davi. Eles foram indiciados pelos crimes de tortura, sequestro e cárcere privado, homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
A assessoria de comunicação da PM informou que o inquérito não chegou à Corregedoria da instituição e por isso não há um posicionamento oficial sobre o caso.
A família do adolescente diz esperar que os responsáveis pelo crime sejam punidos. "Minha tia [mãe de Davi] está profundamente abalada, em estado de choque. Não entendemos que motivo levou a PM a fazer isso, mas sabemos que fizeram porque têm a certeza da impunidade", afirma Magno Francisco, primo da vítima.
Provas essenciais
A Delegacia de Homicídios (DH) informou à reportagem, no dia 27 de janeiro, que aguardava apenas a chegada das provas finais para concluir o inquérito do desaparecimento do adolescente, mas que devido ao atraso na chegada dos materiais, só conseguiu concluir o inquérito nesta quarta.
De acordo com o delegado José Carlos, as provas técnicas foram de extrema importância para o caso, pois sem elas não seria possível identificar a causa do desaparecimento do jovem.
De acordo com a polícia, a comissão responsável pelo inquérito reuniu diversas provas, testemunhais e técnicas, que indicaram que o adolescente foi sequestrado, torturado e depois assassinado, tendo o corpo ocultado em local ainda desconhecido.
O adolescente desapareceu após uma abordagem da Radiopatrulha no dia 25 de agosto, no bairro do Benedito Bentes. De acordo com uma testemunha, Davi foi encontrado com uma pequena quantidade de maconha. Os policiais o colocaram dentro da viatura e desde então ele não foi mais visto.
A Delegacia Geral da Polícia Civil criou uma comissão composta pelos delegados José Carlos André, Lucimério Campos, Antonio Edson e Antonio Henrique para apurar o caso.
Os suspeitos do crime são os policiais Eudecir Gomes de Lima, Carlos Eduardo Ferreira dos Santos, Victor Rafael Martins da Silva e Nayara Silva de Andrade, integrantes da guarnição que abordou o adolescente Davi. Eles foram indiciados pelos crimes de tortura, sequestro e cárcere privado, homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
A assessoria de comunicação da PM informou que o inquérito não chegou à Corregedoria da instituição e por isso não há um posicionamento oficial sobre o caso.
A família do adolescente diz esperar que os responsáveis pelo crime sejam punidos. "Minha tia [mãe de Davi] está profundamente abalada, em estado de choque. Não entendemos que motivo levou a PM a fazer isso, mas sabemos que fizeram porque têm a certeza da impunidade", afirma Magno Francisco, primo da vítima.
Provas essenciais
A Delegacia de Homicídios (DH) informou à reportagem, no dia 27 de janeiro, que aguardava apenas a chegada das provas finais para concluir o inquérito do desaparecimento do adolescente, mas que devido ao atraso na chegada dos materiais, só conseguiu concluir o inquérito nesta quarta.
De acordo com o delegado José Carlos, as provas técnicas foram de extrema importância para o caso, pois sem elas não seria possível identificar a causa do desaparecimento do jovem.
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