Força Nacional de Segurança Pública tem novo diretor
A secretária nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Miki, apresentou nessa terça-feira (10), em Brasília, o novo diretor do Departamento da Força Nacional de Segurança Pública. Confira as fotos do evento.
Quem assumiu o cargo foi Aristeu Leonardo Tavares, coronel da reserva da Polícia Militar do Rio de Janeiro, onde serviu por 33 anos. O oficial sucede na função o tenente-coronel Alexandre Augusto Aragon, da Brigada Militar do Rio Grande do Sul.
Aragon participou da primeira equipe da Força Nacional, em 2004, e desde 2011 gerenciava os treinamentos e as operações do departamento em todo o território nacional.
Com vasta experiência em grandes eventos esportivos, até janeiro deste ano o coronel Aristeu Leonardo Tavares atuava no Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, como gerente regional em operações de segurança.
Em 10 anos de existência, a Força Nacional participou de 172 operações. Atualmente, o departamento desenvolve 37 operações em 15 estados e no Distrito Federal e conta com um cadastro de mais 13 mil profissionais estaduais aptos a serem mobilizados para ações de segurança pública em qualquer ponto do país.
A Força Nacional
Criada em novembro de 2004 no âmbito da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ), a Força Nacional é um programa de cooperação federativa na área de segurança pública para a prevenção, a preservação e a restauração da ordem pública.
Seu efetivo é mobilizado em momentos de crise, quando solicitado à União por outro ente federativo, como os estados e o Distrito Federal, para atuar em apoio e sob coordenação dos órgãos locais de segurança pública.
A Força é composta por integrantes de Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Perícia Forense cedidos pelos 26 estados e o DF.
Antes de serem mobilizados, esses profissionais passam por treinamentos de nivelamento para, em caso de necessidade, serem enviados voluntariamente para operações em todo o Brasil.
Depois de servirem em missões por até dois anos, os integrantes da Força Nacional retornam às suas instituições de origem, levando consigo mais experiência em segurança pública, além de equipamentos, como veículos, coletes, armamentos, materiais para perícia e instrumentos de resgate.
Quem assumiu o cargo foi Aristeu Leonardo Tavares, coronel da reserva da Polícia Militar do Rio de Janeiro, onde serviu por 33 anos. O oficial sucede na função o tenente-coronel Alexandre Augusto Aragon, da Brigada Militar do Rio Grande do Sul.
Aragon participou da primeira equipe da Força Nacional, em 2004, e desde 2011 gerenciava os treinamentos e as operações do departamento em todo o território nacional.
Com vasta experiência em grandes eventos esportivos, até janeiro deste ano o coronel Aristeu Leonardo Tavares atuava no Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, como gerente regional em operações de segurança.
Em 10 anos de existência, a Força Nacional participou de 172 operações. Atualmente, o departamento desenvolve 37 operações em 15 estados e no Distrito Federal e conta com um cadastro de mais 13 mil profissionais estaduais aptos a serem mobilizados para ações de segurança pública em qualquer ponto do país.
A Força Nacional
Criada em novembro de 2004 no âmbito da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp/MJ), a Força Nacional é um programa de cooperação federativa na área de segurança pública para a prevenção, a preservação e a restauração da ordem pública.
Seu efetivo é mobilizado em momentos de crise, quando solicitado à União por outro ente federativo, como os estados e o Distrito Federal, para atuar em apoio e sob coordenação dos órgãos locais de segurança pública.
A Força é composta por integrantes de Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Perícia Forense cedidos pelos 26 estados e o DF.
Antes de serem mobilizados, esses profissionais passam por treinamentos de nivelamento para, em caso de necessidade, serem enviados voluntariamente para operações em todo o Brasil.
Depois de servirem em missões por até dois anos, os integrantes da Força Nacional retornam às suas instituições de origem, levando consigo mais experiência em segurança pública, além de equipamentos, como veículos, coletes, armamentos, materiais para perícia e instrumentos de resgate.
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