Ex-ginasta Lais Souza revela ter namorada: 'Sou gay há alguns anos'
A ex-ginasta e atleta de esqui aéreo, Laís Souza, revelou em entrevista à revista TPM ser homossexual e disse estar namorando uma garota. Atualmente, ela está em tratamento para se recuperar de um grave acidente que a deixou tetraplégica.
"Eu tenho uma namorada, sou gay há alguns anos. Já tive uns namorados, mas hoje estou gay", afirmou a medalhista de Jogos Pan-Americanos de 26 anos.
A revelação acontece em seu momento mais difícil na vida.
Laís Souza participaria dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi no ano passado na modalidade esqui aéreo, mas sofreu um grave acidente, que fraturou sua terceira vértebra (C3) e esmagou sua medula, enquanto treinava em Salt Lake City (EUA).
Ela iniciou, então, um tratamento com células-tronco, encerrado no último dia 4 de dezembro, quando passou pela terceira e última cirurgia.
A ex-ginasta também contou ter recebido apoio da deputada federal Mara Gabrilli, também tetraplégica (não possui movimentos do pescoço para baixo).
"Mara me ajuda muito. A gente conversa de coisas práticas: cocô, xixi e sexo. Eu amo falar sobre sexo, sempre fui assim. Tive corpão de atleta, sempre fui mais corpo do que qualquer outra coisa, eu era sapeca de aventuras e tudo mais, e a gente se identificou com isso", afirmou a atleta nascida em Ribeirão Preto (SP).
"Eu tenho uma namorada, sou gay há alguns anos. Já tive uns namorados, mas hoje estou gay", afirmou a medalhista de Jogos Pan-Americanos de 26 anos.
A revelação acontece em seu momento mais difícil na vida.
Laís Souza participaria dos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi no ano passado na modalidade esqui aéreo, mas sofreu um grave acidente, que fraturou sua terceira vértebra (C3) e esmagou sua medula, enquanto treinava em Salt Lake City (EUA).
Ela iniciou, então, um tratamento com células-tronco, encerrado no último dia 4 de dezembro, quando passou pela terceira e última cirurgia.
A ex-ginasta também contou ter recebido apoio da deputada federal Mara Gabrilli, também tetraplégica (não possui movimentos do pescoço para baixo).
"Mara me ajuda muito. A gente conversa de coisas práticas: cocô, xixi e sexo. Eu amo falar sobre sexo, sempre fui assim. Tive corpão de atleta, sempre fui mais corpo do que qualquer outra coisa, eu era sapeca de aventuras e tudo mais, e a gente se identificou com isso", afirmou a atleta nascida em Ribeirão Preto (SP).
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