Em clássico de nove gols, ASA vence amistoso contra o CSA no Rei Pelé
Início de ano, defesas ainda sendo ajustadas e apetite dos atacantes. Amistosos de pré-temporada costumam ter muitas jogadas ofensivas e gols. Não deu outra no confronto desta quarta-feira entre CSA e ASA, no Estádio Rei Pelé. Mas foi demais. Em jogo marcado por graves erros dos sistemas defensivos, o Alvinegro venceu pelo estranho placar de 5 a 4. Sobrou emoção para as torcidas. Lucas Bahia (duas vezes), Gabriel, Valdanes e Didira balançaram a rede para o time de Arapiraca. Romário (também duas), Elyeser e Reinaldo Alagoano diminuíram a diferença.
Técnico do ASA, Vica disse após a partida que o ataque deve ser valorizado. Para ele, erra quem culpa os defensores pelos nove gols do amistoso. O espetáculo foi valorizado.
- Não vou falar do sistema defensivo, vou dar força ao ataque. Tivemos erros e acertos, e conquistamos uma boa vitória. Mas, em início de ano, não podemos dar tanta importância ao jogo. Foi um amistoso. Não precisa de muito estardalhaço. Estou feliz. O duro seria se fosse 0 a 0. Não vamos tirar o mérito de quem fez gol. E foram nove hoje - declarou o treinador.
O Azulão disputou o terceiro amistoso da temporada. Antes, havia enfrentado o Confiança, duas vezes. Por enquanto, soma uma vitória, um empate e uma derrota. Sábado, vai retribuir a visita do Alvinegro e atuar no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, às 16h, em Arapiraca. O ASA sacudiu a poeira e testou a equipe pela primeira vez. A disposição ofensiva demonstrou que o time promete ser ousado na temporada.
Primeiro tempo
Os times não se dedicaram muito tempo ao estudo. Começou o jogo e, após um ataque pra lá, outro pra cá, o Azulão abriu o marcador logo aos dez minutos. Afonso fez ótima jogada, passando por dois marcadores, e deu voltando. Elyeser vinha na corrida e encheu o pé, de fora da área, sem chance para o goleiro Marcão.
A torcida incendiou o CSA, que trocava passes e chegava ao ataque com perigo. O ASA foi se recuperando aos poucos. Refeito do susto, veio a pressão e o empate. Aos 25´, Lucas Bahia subiu livre, no meio da zaga do Azulão, e cumprimentou o goleiro João Paulo. Escanteio muito bem aproveitado. Depois do gol, o Alvinegro passou a fechar os espaços do adversário e sair compacto para o ataque. O CSA teve ótima chance com Elyeser, defendida por Marcão, mas foi o ASA que marcou. Aos 46, Didira cobrou falta rolando para Gabriel, que bateu com violência e desempatou o clássico. A barreira abriu.
Segundo tempo
O segundo tempo começou com o ASA em cima. Bola aérea, e mais um gol de Lucas Bahia, aos dois minutos. A defesa azulina bobeou outra vez, deu espaço, e o zagueirão testou para o fundo da rede. A comemoração não durou muito. Dez minutos depois, Romário pegou sobra do próprio Lucas na área, após cobrança de falta, e cabeceou com jeito, diminuindo a diferença. Aos 14, outra vez Romário foi acionado na área e testou firme para empatar o clássico.
Técnico do ASA, Vica disse após a partida que o ataque deve ser valorizado. Para ele, erra quem culpa os defensores pelos nove gols do amistoso. O espetáculo foi valorizado.
- Não vou falar do sistema defensivo, vou dar força ao ataque. Tivemos erros e acertos, e conquistamos uma boa vitória. Mas, em início de ano, não podemos dar tanta importância ao jogo. Foi um amistoso. Não precisa de muito estardalhaço. Estou feliz. O duro seria se fosse 0 a 0. Não vamos tirar o mérito de quem fez gol. E foram nove hoje - declarou o treinador.
O Azulão disputou o terceiro amistoso da temporada. Antes, havia enfrentado o Confiança, duas vezes. Por enquanto, soma uma vitória, um empate e uma derrota. Sábado, vai retribuir a visita do Alvinegro e atuar no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, às 16h, em Arapiraca. O ASA sacudiu a poeira e testou a equipe pela primeira vez. A disposição ofensiva demonstrou que o time promete ser ousado na temporada.
Primeiro tempo
Os times não se dedicaram muito tempo ao estudo. Começou o jogo e, após um ataque pra lá, outro pra cá, o Azulão abriu o marcador logo aos dez minutos. Afonso fez ótima jogada, passando por dois marcadores, e deu voltando. Elyeser vinha na corrida e encheu o pé, de fora da área, sem chance para o goleiro Marcão.
A torcida incendiou o CSA, que trocava passes e chegava ao ataque com perigo. O ASA foi se recuperando aos poucos. Refeito do susto, veio a pressão e o empate. Aos 25´, Lucas Bahia subiu livre, no meio da zaga do Azulão, e cumprimentou o goleiro João Paulo. Escanteio muito bem aproveitado. Depois do gol, o Alvinegro passou a fechar os espaços do adversário e sair compacto para o ataque. O CSA teve ótima chance com Elyeser, defendida por Marcão, mas foi o ASA que marcou. Aos 46, Didira cobrou falta rolando para Gabriel, que bateu com violência e desempatou o clássico. A barreira abriu.
Segundo tempo
O segundo tempo começou com o ASA em cima. Bola aérea, e mais um gol de Lucas Bahia, aos dois minutos. A defesa azulina bobeou outra vez, deu espaço, e o zagueirão testou para o fundo da rede. A comemoração não durou muito. Dez minutos depois, Romário pegou sobra do próprio Lucas na área, após cobrança de falta, e cabeceou com jeito, diminuindo a diferença. Aos 14, outra vez Romário foi acionado na área e testou firme para empatar o clássico.
O jogador estava sendo festejado pela massa, mas precisou sair de campo. Sofreu câimbra e foi substituído por Sérgio, também garoto. Ao mesmo tempo, o técnico Ronaldo Bagé reclamava no banco de reservas, pela falta de opções. No ASA, Valdanes estreou no lugar de meia-atacante Uederson. E mostrou serviço. O sistema defensivo do Azulão entrou em parafuso e, após bate rebate na área, o meia finalizou para colocar o time de Arapiraca na frente: 4 a 3.
Ainda havia tempo para o empate. Elyeser foi derrubado na área do ASA aos 39, por Max Carrasco, e o árbitro Josevaldo Bisarria assinalou pênalti. Reinaldo Alagoano bateu bem e deixou tudo igual. Subiu o som da massa azulina. Mas não acabou por aí, faltava o grande desfecho. Referência do Alvinegro, Didira tabelou com Alex Henrique no ataque e saiu na cara do gol para marcar o quinto, aos 42 minutos, com requintes de crueldade.
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