Pinto de Luna assume vaga de Renan Filho e diz que não quer nomear assessores
O deputado federal José Pinto de Luna (PT), que assumiu a vaga deixada pelo governador Renan Filho (PMDB), convocou a imprensa, nesta terça-feira (6), para falar sobre o que ele pretende fazer à frente do cargo que será ocupado por ele até o próximo dia 31 de janeiro, quando acaba o mandato na Câmara Federal.
Pinto de Luna disse que assumiu o cargo primeiramente em respeito aos 24.100 votos que recebeu dos alagoanos nas eleições para deputado federal. Nesta terça-feira, ele afirmou que vai tentar negociar com a Câmara para que não seja necessário nomear assessores, o que seria uma exigência da Câmara, e nem gastar os R$ 100 mil que tem direito em verbas.
“Tenho preocupação com o dinheiro público. Eu tenho direito a 100 mil reais em verbas. Vou conversar para que eu não precise nomear ninguém”, pontuou.
Conforme afirmou o parlamentar, o fator predominante para que ele aceitasse assumir o mandato foi o fato de que, a partir de agora, ele passará a ter livre acesso ao parlamento, o que pode facilitar para que as questões relacionadas a Alagoas sejam debatidas com os demais deputados.
“Eu soube que, após sair do mandato, poderei circular na Câmara com livre acesso, ou seja, poderei levar ao parlamento as questões sobre Alagoas e debater com os demais deputados”, falou.
Em Alagoas, o deputado pretende discutir questões relacionadas aos agentes penitenciários que trabalham em regime de serviço prestado, assim como as situação dos professores de Atalaia. “O status de deputado abriria portas para que eu pudesse estar à frente dessas discussões”, afirmou.
O deputado disse ainda que, se tivesse mais tempo para exercer o mandato, trabalharia pela divisão justa dos royalties.
Pinto de Luna disse que assumiu o cargo primeiramente em respeito aos 24.100 votos que recebeu dos alagoanos nas eleições para deputado federal. Nesta terça-feira, ele afirmou que vai tentar negociar com a Câmara para que não seja necessário nomear assessores, o que seria uma exigência da Câmara, e nem gastar os R$ 100 mil que tem direito em verbas.
“Tenho preocupação com o dinheiro público. Eu tenho direito a 100 mil reais em verbas. Vou conversar para que eu não precise nomear ninguém”, pontuou.
Conforme afirmou o parlamentar, o fator predominante para que ele aceitasse assumir o mandato foi o fato de que, a partir de agora, ele passará a ter livre acesso ao parlamento, o que pode facilitar para que as questões relacionadas a Alagoas sejam debatidas com os demais deputados.
“Eu soube que, após sair do mandato, poderei circular na Câmara com livre acesso, ou seja, poderei levar ao parlamento as questões sobre Alagoas e debater com os demais deputados”, falou.
Em Alagoas, o deputado pretende discutir questões relacionadas aos agentes penitenciários que trabalham em regime de serviço prestado, assim como as situação dos professores de Atalaia. “O status de deputado abriria portas para que eu pudesse estar à frente dessas discussões”, afirmou.
O deputado disse ainda que, se tivesse mais tempo para exercer o mandato, trabalharia pela divisão justa dos royalties.
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