SMCCU determina retirada de ossos de sepultados há mais de 3 anos
Após denúncias de superlotação em alguns cemitérios públicos de Maceió, a Superintendência Municipal de Controle do Convívio Urbano (SMCCU) determinou a retirada dos restos mortais de todos os sepultados há três anos ou mais e que estão em covas rasas e gavetas públicas.
De acordo com a Portaria Nº 001, publicada no Diário Oficial do Município (DOM) desta terça-feira (6), ficam os administradores dos cemitérios Divina Pastora, situado no bairro do Rio Novo; Nossa Senhora do Ó, em Ipioca; e Santo Antônio, em Bebedouro, autorizados a retirar os ossos.
A portaria determina que os restos mortais dos sepultados sejam transferidos para os ossários dos três cemitérios. A determinação é do superintendente da SMCCU, Reinaldo Braga.
Superlotação
Além do Divina Pastora, Nossa Senhora do Ó e Santo Antônio, atingidos pela portaria, os cemitérios São José e Piedade também enfrentam o problema da superlotação. Por conta disso, também estão fechados para sepultamento. Somente no Divina Pastora, o número de enterros chegava a quase 100 por mês, o que ocasionou, ontem, um protesto realizado por membros da Associação dos Moradores do Rio Novo.
Em novembro do ano passado, a SMCCU publicou portaria no Diário Oficial proibindo sepultamentos por 60 dias, em cova rasa no Cemitério São José. A decisão considerou a enorme demanda de enterros “em contrapartida à escassez de local para a sua realização”.
De acordo com a Portaria Nº 001, publicada no Diário Oficial do Município (DOM) desta terça-feira (6), ficam os administradores dos cemitérios Divina Pastora, situado no bairro do Rio Novo; Nossa Senhora do Ó, em Ipioca; e Santo Antônio, em Bebedouro, autorizados a retirar os ossos.
A portaria determina que os restos mortais dos sepultados sejam transferidos para os ossários dos três cemitérios. A determinação é do superintendente da SMCCU, Reinaldo Braga.
Superlotação
Além do Divina Pastora, Nossa Senhora do Ó e Santo Antônio, atingidos pela portaria, os cemitérios São José e Piedade também enfrentam o problema da superlotação. Por conta disso, também estão fechados para sepultamento. Somente no Divina Pastora, o número de enterros chegava a quase 100 por mês, o que ocasionou, ontem, um protesto realizado por membros da Associação dos Moradores do Rio Novo.
Em novembro do ano passado, a SMCCU publicou portaria no Diário Oficial proibindo sepultamentos por 60 dias, em cova rasa no Cemitério São José. A decisão considerou a enorme demanda de enterros “em contrapartida à escassez de local para a sua realização”.
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