PSDB pede posse de Aécio e cassação do registro de Dilma
O PSDB e a Coligação Muda Brasil protocolaram nesta quinta-feira no Tribunal Superior Eleitoral o pedido de cassação do registro de candidatura e da diplomação da presidente Dilma Rousseff (PT) e seu vice, Michel Temer (PMDB). Na ação, o partido também pede a diplomação dos senadores Aécio Neves e Aloysio Nunes Ferreira para os postos de presidente e vice, respectivamente, e classifica como “pífia” a vantagem de “apenas 2,28%” da petista sobre a candidatura tucana.
No documento, as partes alegaram que a candidatura de Dilma e Temer teria feito uso da máquina administrativa e abusado do poder econômico durante a campanha. Para o PSDB, teriam havido desvios que, na avaliação do partido, comprometeram a legitimidade das eleições. “Como exemplo, a convocação imprecisa de redes de rádio e televisão para pronunciamentos, a manipulação de indicadores socioeconômicos, o uso de prédios públicos, entre outros”, diz o partido.
"A eleição presidencial de 2014, das mais acirradas de todos os tempos, revelou-se manchada de forma indelével pelo abuso de poder, tanto político quanto econômico, praticado em proveito dos primeiros réus, Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Elias Temer Lulia, reeleitos presidente e vice-presidente da República, respectivamente”, diz trecho da representação.
No documento, o partido citou a participação de Dilma na entrega de moradias do programa federal “Minha Casa, Minha Vida” em 4 de março de 2013, em João Pessoa, com o seguinte trecho de pronunciamento da petista: 'Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição'".
Outra situação destacada foi o pronunciamento de Dilma em cadeia nacional, dia 8 de março deste ano, pelo Dia Internacional da Mulher. Para os tucanos, “a pretexto de prestar homenagem” à data, a presidente teria feito promoção pessoal ao “ressaltar as realizações do Governo, rompendo radicalmente o princípio da impessoalidade”. Entre os programas citados no pronunciamento estavam, por exemplo, o Bolsa Família –onde 93% dos cartões de beneficiários pertencem a mulheres.
Sobre o resultado das eleições no segundo turno, a representação tucana o classifica como “pífia vitória” por considerar que a “diferença entre as duas chapas em disputa no segundo turno foi de apenas 2,28%, num universo de 105.542.273 votos válidos. Ora, somados os votos em branco e nulos (1,71% e 4,63% do total de 112.683.273 de votos apurados, respectivamente), tem-se que a legitimidade dos reeleitos é extremamente tênue”.
O Terra entrou em contato com a assessoria de imprensa do diretório nacional do PT, mas, até a publicação desta reportagem, ninguém havia se pronunciado sobre a iniciativa tucana.
No documento, as partes alegaram que a candidatura de Dilma e Temer teria feito uso da máquina administrativa e abusado do poder econômico durante a campanha. Para o PSDB, teriam havido desvios que, na avaliação do partido, comprometeram a legitimidade das eleições. “Como exemplo, a convocação imprecisa de redes de rádio e televisão para pronunciamentos, a manipulação de indicadores socioeconômicos, o uso de prédios públicos, entre outros”, diz o partido.
"A eleição presidencial de 2014, das mais acirradas de todos os tempos, revelou-se manchada de forma indelével pelo abuso de poder, tanto político quanto econômico, praticado em proveito dos primeiros réus, Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Elias Temer Lulia, reeleitos presidente e vice-presidente da República, respectivamente”, diz trecho da representação.
No documento, o partido citou a participação de Dilma na entrega de moradias do programa federal “Minha Casa, Minha Vida” em 4 de março de 2013, em João Pessoa, com o seguinte trecho de pronunciamento da petista: 'Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição'".
Outra situação destacada foi o pronunciamento de Dilma em cadeia nacional, dia 8 de março deste ano, pelo Dia Internacional da Mulher. Para os tucanos, “a pretexto de prestar homenagem” à data, a presidente teria feito promoção pessoal ao “ressaltar as realizações do Governo, rompendo radicalmente o princípio da impessoalidade”. Entre os programas citados no pronunciamento estavam, por exemplo, o Bolsa Família –onde 93% dos cartões de beneficiários pertencem a mulheres.
Sobre o resultado das eleições no segundo turno, a representação tucana o classifica como “pífia vitória” por considerar que a “diferença entre as duas chapas em disputa no segundo turno foi de apenas 2,28%, num universo de 105.542.273 votos válidos. Ora, somados os votos em branco e nulos (1,71% e 4,63% do total de 112.683.273 de votos apurados, respectivamente), tem-se que a legitimidade dos reeleitos é extremamente tênue”.
O Terra entrou em contato com a assessoria de imprensa do diretório nacional do PT, mas, até a publicação desta reportagem, ninguém havia se pronunciado sobre a iniciativa tucana.
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