Eleito governador, Renan Filho quer conter gastos antes de anunciar secretariado
A equipe de transição apontada por Renan Filho trabalha duro, no sentido de entender e aprimorar a estrutura organizacional do Estado. Diante do que foi visto por sua equipe, Renan deverá enxugar gastos, principalmente com servidores comissionados.
Uma medida quase certa que será tomada pelo governador eleito é a redução e fusão de secretarias. Devido a esse entrave, a equipe que iniciará os trabalhos do novo governo ainda não foi definida.
Até o momento, Renan Filho confirmou apenas a escolha do jornalista Ênio Lins para o comando da Secretaria da Comunicação de Alagoas. Mas crescem as especulações sobre a possibilidade de dois nomes terem chances de ser anunciados: a deputada federal Rosinha da Adefal, para a Assistência Social; e a ex-presidente da Embratur, Jeanine Pires, para o Turismo.
Uma grande dificuldade que o novo governo encontrará é a questão salarial dos secretários. Haja vista que Renan Filho já afirmou querer uma equipe bastante gabaritada, o que sem dúvida passa por salários mais graúdos. Pois se for levado em consideração que os principais profissionais recebem ótimos salários ficará claro que não será fácil montar o secretariado que o novo governo almeja.
Até porque, se o Renan Filho decidir aumentar salários de comissionados de 1º e 2º escalão, para fortalecer as ações de sua equipe, terá de fazer uma reforma administrativa que promova economia suficiente, para não cutucar a ira de servidores efetivos nem da opinião pública.
Estes são os desafios que a Equipe de Transição tenta superar até 1º de janeiro, quando a população começará a cobrar as promessas de campanha.
Uma medida quase certa que será tomada pelo governador eleito é a redução e fusão de secretarias. Devido a esse entrave, a equipe que iniciará os trabalhos do novo governo ainda não foi definida.
Até o momento, Renan Filho confirmou apenas a escolha do jornalista Ênio Lins para o comando da Secretaria da Comunicação de Alagoas. Mas crescem as especulações sobre a possibilidade de dois nomes terem chances de ser anunciados: a deputada federal Rosinha da Adefal, para a Assistência Social; e a ex-presidente da Embratur, Jeanine Pires, para o Turismo.
Uma grande dificuldade que o novo governo encontrará é a questão salarial dos secretários. Haja vista que Renan Filho já afirmou querer uma equipe bastante gabaritada, o que sem dúvida passa por salários mais graúdos. Pois se for levado em consideração que os principais profissionais recebem ótimos salários ficará claro que não será fácil montar o secretariado que o novo governo almeja.
Até porque, se o Renan Filho decidir aumentar salários de comissionados de 1º e 2º escalão, para fortalecer as ações de sua equipe, terá de fazer uma reforma administrativa que promova economia suficiente, para não cutucar a ira de servidores efetivos nem da opinião pública.
Estes são os desafios que a Equipe de Transição tenta superar até 1º de janeiro, quando a população começará a cobrar as promessas de campanha.
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