Líder de quadrilha acusada de fraudar Enem recebeu cerca de R$ 3 milhões com o esquema
O líder da quadrilha acusada de fraudar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2014, Áureo Ferreira, teria recebido cerca de R$ 3 milhões de outubro do ano passado a janeiro de 2014 só com o esquema. A informação foi dada na última quarta-feira (26), em coletiva da Polícia Civil.
Cada candidato teria pagado de R$ 200 mil aos criminosos. A Polícia Civil acredita que, ao menos 20 pessoas foram beneficiadas, sendo que três já foram identificadas.
A suspeita é de que as provas foram repassadas ao grupo, originário de Minas Gerais, por um membro da organização do exame em Mato Grosso. A quadrilha conseguiu as provas antes do início dos testes.
Além da fraude no Enem, a Polícia Civil de Minas Gerais investiga a atuação do grupo em fraudes de vestibulares de Medicina de faculdades particulares em Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Espírito Santo.
Esquema
As investigações apontaram Áureo Ferreira teria se inscrito no exame deste ano. Mas com a prova em mãos, ele não precisou comparecer ao local de realização do exame. Integrantes do grupo foram até uma pousada no Mato Grosso, onde estavam as pessoas responsáveis por resolver as questões.
Após responderem a prova, eles transmitiam o gabarito para os candidatos por meio de pontos eletrônicos. Para isso, os estudantes tinham que levar um aparelho transmissor que era escondido em um falso cartão bancário.
No último fim de semana, 33 pessoas foram detidas, sendo que 22 foram ouvidas e liberadas. Treze presos foram libertados após pagamento de fiança.
Cada candidato teria pagado de R$ 200 mil aos criminosos. A Polícia Civil acredita que, ao menos 20 pessoas foram beneficiadas, sendo que três já foram identificadas.
A suspeita é de que as provas foram repassadas ao grupo, originário de Minas Gerais, por um membro da organização do exame em Mato Grosso. A quadrilha conseguiu as provas antes do início dos testes.
Além da fraude no Enem, a Polícia Civil de Minas Gerais investiga a atuação do grupo em fraudes de vestibulares de Medicina de faculdades particulares em Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Espírito Santo.
Esquema
As investigações apontaram Áureo Ferreira teria se inscrito no exame deste ano. Mas com a prova em mãos, ele não precisou comparecer ao local de realização do exame. Integrantes do grupo foram até uma pousada no Mato Grosso, onde estavam as pessoas responsáveis por resolver as questões.
Após responderem a prova, eles transmitiam o gabarito para os candidatos por meio de pontos eletrônicos. Para isso, os estudantes tinham que levar um aparelho transmissor que era escondido em um falso cartão bancário.
No último fim de semana, 33 pessoas foram detidas, sendo que 22 foram ouvidas e liberadas. Treze presos foram libertados após pagamento de fiança.
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