Muricy elogia projeto e critica base antiga: 'Cotia tinha donos'
Depois de demitir Juvenal Juvêncio do controle do CT de Cotia, a diretoria do São Paulo apresentará na tarde desta sexta-feira um novo executivo para o futebol amador. Júnior Chávare, responsável por reformular as categorias de base de Grêmio nos dois últimos anos, foi contratado e já se reuniu com Muricy Ramalho para passar suas primeiras ideias ao treinador do profissional.
Sua chegada é mais um passo do presidente Carlos Miguel Aidar na tentativa de reformular a gestão da base. "Estou desmanchando uma máfia que tinha lá dentro", disse o mandatário, em entrevista à ESPN Brasil, veiculada nesta semana. "Eu me arrependo de ter concordado com o Juvenal, o deixando cuidar da base. Eu não conseguia mexer em Cotia, o que estou fazendo agora. Havia uma falta de integração do profissional com as categorias inferiores".
No mesmo tom, Muricy fez duras críticas à antiga administração. "Trabalhei na base do São Paulo, conheço um pouco disso. Tem que ter integração. Antes, era São Paulo 1, São Paulo 2. Uma vez fui lá, e os caras nem me receberam. Era outro time, existiam donos", falou, sem citar nomes. José Geraldo de Oliveira, ex-gerente e braço direito de Juvenal na base.
O treinador não foi recebido em Cotia no início do ano, quando quis assistir a um treinamento da equipe que disputava a Copa São Paulo de Futebol Júnior. "Tive que dar uma carteirada. Mas eu fiquei lá e vi o treino, sim. Sou o técnico do São Paulo", indignou-se, lembrando ter promovido jogadores que participaram daquela campanha (como o zagueiro Lucão, o lateral direito Auro, o meia Boschilia e o atacante Ewandro).
"A grande diferença se chama caráter. Infelizmente, até no futebol está faltando um pouco disso. Virou um negócio ruim. Estou animado (com o projeto). Já expliquei ao novo coordenador que vou cobrar dele. O São Paulo me convidou agora para fazer essa integração do profissional com o amador, mas já falei para ele que, se tiver alguma dúvida, estou fora. Tem que demonstrar para mim muito caráter, porque vou cobrar", acrescentou.
Segundo o projeto de Júnior Chávare, ele agora será mais frequente. "Vou participar, porque a gente tem que melhorar aquilo. Aquilo é um gigante, tem que dar jogador toda hora. É claro que ganhar título é importante, mas tem que formar jogador. Antes, tinha outro cara que mandava, era dono. Agora, vou ajudar a treinar, conversar com os treinadores, que não tinham autonomia nenhuma. Com certeza, aquilo vai melhorar, e muito, pelo que eles estão tentando fazer", concluiu.
Sua chegada é mais um passo do presidente Carlos Miguel Aidar na tentativa de reformular a gestão da base. "Estou desmanchando uma máfia que tinha lá dentro", disse o mandatário, em entrevista à ESPN Brasil, veiculada nesta semana. "Eu me arrependo de ter concordado com o Juvenal, o deixando cuidar da base. Eu não conseguia mexer em Cotia, o que estou fazendo agora. Havia uma falta de integração do profissional com as categorias inferiores".
No mesmo tom, Muricy fez duras críticas à antiga administração. "Trabalhei na base do São Paulo, conheço um pouco disso. Tem que ter integração. Antes, era São Paulo 1, São Paulo 2. Uma vez fui lá, e os caras nem me receberam. Era outro time, existiam donos", falou, sem citar nomes. José Geraldo de Oliveira, ex-gerente e braço direito de Juvenal na base.
O treinador não foi recebido em Cotia no início do ano, quando quis assistir a um treinamento da equipe que disputava a Copa São Paulo de Futebol Júnior. "Tive que dar uma carteirada. Mas eu fiquei lá e vi o treino, sim. Sou o técnico do São Paulo", indignou-se, lembrando ter promovido jogadores que participaram daquela campanha (como o zagueiro Lucão, o lateral direito Auro, o meia Boschilia e o atacante Ewandro).
"A grande diferença se chama caráter. Infelizmente, até no futebol está faltando um pouco disso. Virou um negócio ruim. Estou animado (com o projeto). Já expliquei ao novo coordenador que vou cobrar dele. O São Paulo me convidou agora para fazer essa integração do profissional com o amador, mas já falei para ele que, se tiver alguma dúvida, estou fora. Tem que demonstrar para mim muito caráter, porque vou cobrar", acrescentou.
Segundo o projeto de Júnior Chávare, ele agora será mais frequente. "Vou participar, porque a gente tem que melhorar aquilo. Aquilo é um gigante, tem que dar jogador toda hora. É claro que ganhar título é importante, mas tem que formar jogador. Antes, tinha outro cara que mandava, era dono. Agora, vou ajudar a treinar, conversar com os treinadores, que não tinham autonomia nenhuma. Com certeza, aquilo vai melhorar, e muito, pelo que eles estão tentando fazer", concluiu.
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