Hospital Universitário orienta sobre prevenção do câncer de próstata
A campanha “Novembro Azul” abre oportunidades para que os homens tenham acesso à informações que estimulam comportamentos preventivos e que podem levá-los à terceira idade sem sobressaltos, da maneira mais saudável possível. Mesmo àqueles que fazem parte dos grupos de risco para determinadas patologias [como o câncer de próstata, que é a segunda principal causa de morte por câncer na população masculina], podem se proteger quando conscientizados da necessidade de fazer prevenção.
A visita anual ao médico urologista para a realização de exames de avaliação da próstata, mesmo na ausência de qualquer queixa física, é um desses comportamentos preventivos que salvam vidas.
Segundo o urologista Humberto Montoro, que faz ambulatório no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA), a prevenção do câncer de próstata corresponde a diagnosticar a doença em fase inicial, quando as chances de cura são viáveis em 90% dos casos.
“Não existe uma maneira de prevenir o câncer de próstata ou outro tipo de câncer. Mas, se proteger contra as neoplasias é possível com hábitos saudáveis, como ter alimentação mais natural possível, higienização correta do corpo, prática de atividades físicas, entre outros, além da visita ao médico para realização de exames que detectam alterações em fase inicial” explica.
Em palestra realizada nesta terça-feira, (11) no Memorial HU, o médico apresentou as estatísticas da doença para este ano, que apontam 69 mil casos com 1 óbito a cada 4 minutos. Ele explicou, também, a importância dos exames para diagnosticar a doença em sua fase inicial, especialmente o toque retal, que permite que o médico apalpe a parte interna do reto e a próstata para sentir alterações como áreas endurecidas ou hiperplasia. “O exame deve ser realizado a partir dos 50 anos. Se o homem tiver histórico de câncer de próstata na família, ele deve começar a fazer o toque a partir dos 40, ou então, em qualquer idade, quando solicitado pelo médico”.
Humberto Montoro explicou que o exame PSA (antígeno prostático específico) é importante para diagnosticar alterações na próstata, mas não substitui o exame do toque. “Em cerca de 20% dos casos de câncer de próstata o PSA tem resultado normal”, enfatiza o médico. O urologista mostrou na palestra quais são os tratamentos possíveis em casos de câncer em fase avançada, as implicações da cirurgia nessas circunstâncias e também abordou outras patologias que acometem o órgão, como a hiperplasia benigna, muito comum após os 40 anos. A palestra foi direcionada aos funcionários do Hospital Universitário, mas atraiu usuários.
A visita anual ao médico urologista para a realização de exames de avaliação da próstata, mesmo na ausência de qualquer queixa física, é um desses comportamentos preventivos que salvam vidas.
Segundo o urologista Humberto Montoro, que faz ambulatório no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HUPAA), a prevenção do câncer de próstata corresponde a diagnosticar a doença em fase inicial, quando as chances de cura são viáveis em 90% dos casos.
“Não existe uma maneira de prevenir o câncer de próstata ou outro tipo de câncer. Mas, se proteger contra as neoplasias é possível com hábitos saudáveis, como ter alimentação mais natural possível, higienização correta do corpo, prática de atividades físicas, entre outros, além da visita ao médico para realização de exames que detectam alterações em fase inicial” explica.
Em palestra realizada nesta terça-feira, (11) no Memorial HU, o médico apresentou as estatísticas da doença para este ano, que apontam 69 mil casos com 1 óbito a cada 4 minutos. Ele explicou, também, a importância dos exames para diagnosticar a doença em sua fase inicial, especialmente o toque retal, que permite que o médico apalpe a parte interna do reto e a próstata para sentir alterações como áreas endurecidas ou hiperplasia. “O exame deve ser realizado a partir dos 50 anos. Se o homem tiver histórico de câncer de próstata na família, ele deve começar a fazer o toque a partir dos 40, ou então, em qualquer idade, quando solicitado pelo médico”.
Humberto Montoro explicou que o exame PSA (antígeno prostático específico) é importante para diagnosticar alterações na próstata, mas não substitui o exame do toque. “Em cerca de 20% dos casos de câncer de próstata o PSA tem resultado normal”, enfatiza o médico. O urologista mostrou na palestra quais são os tratamentos possíveis em casos de câncer em fase avançada, as implicações da cirurgia nessas circunstâncias e também abordou outras patologias que acometem o órgão, como a hiperplasia benigna, muito comum após os 40 anos. A palestra foi direcionada aos funcionários do Hospital Universitário, mas atraiu usuários.
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