Aluno joga bomba em cesto e explode filhotes de gatos em escola particular da capital
Dois filhotes de gato morreram e outros ficaram gravemente feridos após um aluno de uma escola particular de Maceió ter lançado uma bomba dentro de um cesto onde os felinos estavam aconchegados. Uma denúncia foi dirigida ao Núcleo de Educação Ambiental Francisco de Assis (Neafa), que junto ao colégio identificou o responsável, um estudante do 3º ano do ensino médio.
A delação foi feita por uma aluna, que não quis se dientificar. A explosão aconteceu no intervalo das aulas e chocou alunos, professores e a direção do colégio, que afirmou sobre a possibilidade de expulsão do estudante, após devido processo administrativo.
Consternados com a situação dos gatos, alguns estudantes arrecadaram dinheiro e adotaram os animais que sobreviveram. Um dos filhotes precisou ser sacrificado, porque perdeu as pernas e ficou bastante machucado na cabeça, e outro passou por cirurgia no valor de R$ 590 e está sob os cuidados de uma aluna. Os pais do aluno arcaram com o valor da cirugia.
O aluno acusado negou saber que existia gatos no cesto, mas mesmo assim será repreendido, haja vista que é terminantemente proibido lançar bombas dentro de uma instituição de ensino.
O Neafa formulou a denúncia na Comissão do Meio Ambiente e Bem-Estar Animal da OAB/AL que interrogou a direção do colégio sobre o episódio. A escola, por sua vez, informou que tomou todas as providências referentes à apuração do caso e identificou o aluno responsável pela bomba.
O Neafa afirmou que apoia a atitude da direção da instituição em tomar rapidamente as providências e disse acreditar que o fato foi isolado. A ONG ressaltou que maus-tratos cometidos contra animais é crime.
A delação foi feita por uma aluna, que não quis se dientificar. A explosão aconteceu no intervalo das aulas e chocou alunos, professores e a direção do colégio, que afirmou sobre a possibilidade de expulsão do estudante, após devido processo administrativo.
Consternados com a situação dos gatos, alguns estudantes arrecadaram dinheiro e adotaram os animais que sobreviveram. Um dos filhotes precisou ser sacrificado, porque perdeu as pernas e ficou bastante machucado na cabeça, e outro passou por cirurgia no valor de R$ 590 e está sob os cuidados de uma aluna. Os pais do aluno arcaram com o valor da cirugia.
O aluno acusado negou saber que existia gatos no cesto, mas mesmo assim será repreendido, haja vista que é terminantemente proibido lançar bombas dentro de uma instituição de ensino.
O Neafa formulou a denúncia na Comissão do Meio Ambiente e Bem-Estar Animal da OAB/AL que interrogou a direção do colégio sobre o episódio. A escola, por sua vez, informou que tomou todas as providências referentes à apuração do caso e identificou o aluno responsável pela bomba.
O Neafa afirmou que apoia a atitude da direção da instituição em tomar rapidamente as providências e disse acreditar que o fato foi isolado. A ONG ressaltou que maus-tratos cometidos contra animais é crime.
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