No MT, coordenador de campanha de Aécio é conduzido à PF
O deputado federal reeleito Nilson Leitão (PSDB), coordenador da campanha do candidato tucano à presidência Aécio Neves, foi encaminhado à Polícia Federal em Sinop, Mato Grosso, no início da tarde deste domingo. Ele foi acusado de fazer boca de urna.
O deputado negou que estivesse pedindo votos irregularmente, porque “conhece a legislação eleitoral”. Em nota pública, informou que a denúncia foi feita por um fiscal do Partido dos Trabalhadores (PT).
Nilson dava entrevista à rádio Hitz FM, em frente à Escola Estadual Nilza de Oliveira Pipino, onde vota há mais de 20 anos, e durante a conversa declarou voto ao candidato tucano. “Não pedi votos para Aécio Neves, apenas confirmei meu voto e elenquei os motivos”, argumentou o deputado, que prestou esclarecimentos à PF acompanhado do radialista que o entrevistava no momento da denúncia, Ednaldo Lobo. Em seguida, ele foi liberado.
Na nota, o parlamentar lamentou o "patrulhamento do direito de expressão e da liberdade da imprensa", que, segundo ele, o PT faz não só em Mato Grosso, mas em todo o País.
O presidente do PT em Mato Grosso, William Sampaio, assegurou que a nota do tucano é mentirosa. “Ele foi pego em flagrante, pedindo voto em uma rádio, cometendo um crime eleitoral no dia da eleição. O fiscal estava dentro da secção eleitoral e não ouvia rádio. Quem denunciou o deputado à PF foi qualquer um ouvinte que sabe que isso não pode acontecer. Já tem muita gente sabendo cobrar seus direitos. A legislação eleitoral é clara e para todos”, afirmou.
O deputado negou que estivesse pedindo votos irregularmente, porque “conhece a legislação eleitoral”. Em nota pública, informou que a denúncia foi feita por um fiscal do Partido dos Trabalhadores (PT).
Nilson dava entrevista à rádio Hitz FM, em frente à Escola Estadual Nilza de Oliveira Pipino, onde vota há mais de 20 anos, e durante a conversa declarou voto ao candidato tucano. “Não pedi votos para Aécio Neves, apenas confirmei meu voto e elenquei os motivos”, argumentou o deputado, que prestou esclarecimentos à PF acompanhado do radialista que o entrevistava no momento da denúncia, Ednaldo Lobo. Em seguida, ele foi liberado.
Na nota, o parlamentar lamentou o "patrulhamento do direito de expressão e da liberdade da imprensa", que, segundo ele, o PT faz não só em Mato Grosso, mas em todo o País.
O presidente do PT em Mato Grosso, William Sampaio, assegurou que a nota do tucano é mentirosa. “Ele foi pego em flagrante, pedindo voto em uma rádio, cometendo um crime eleitoral no dia da eleição. O fiscal estava dentro da secção eleitoral e não ouvia rádio. Quem denunciou o deputado à PF foi qualquer um ouvinte que sabe que isso não pode acontecer. Já tem muita gente sabendo cobrar seus direitos. A legislação eleitoral é clara e para todos”, afirmou.
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