Partidários do PT e do PSDB entram em confronto no Centro de SP
Militantes do PT e do PSDB entraram em confronto na tarde desta quinta-feira (23), no Centro de São Paulo. Bandeiras de ambos os partidos foram usadas como armas em frente ao Theatro Municipal.
Segundo a Polícia Militar, ninguém foi preso. Não havia informação de feridos.
O secretário de comunicação do diretório municipal do PT, João Bravin, disse que o partido lamenta o ocorrido e recomenda à militância que atue de forma pacífica e evite confrontos.
Segundo ele, os militantes realizam manifestação na área central desde o primeiro turno e, hoje, cerca de 40 petistas se depararam com cerca de 200 tucanos embarcados em três ônibus. A briga foi separada pela Guarda Civil Metropolitana (GCM)
Em nota, o diretório municipal do PT disse que repudia qualquer tipo de agressão ou violência, especialmente em casos de desrespeito ao direito democrático dos partidos realizarem suas campanhas eleitorais na cidade. "O Diretório Municipal do PT incentiva o diálogo e é veementemente contra confronto verbal ou físico", diz a nota.
O coordenador da campanha de Aécio Neves na capital paulista, Andrea Matarazzo, disse, por meio de sua assessoria, que não tem detalhes do que ocorreu. Ele acrescentou que episódios como esse são lamentáveis, porque esse não é o espírito de uma campanha eleitoral.
O ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, disse que o episódio não é nada de especial. "Não tem nenhuma importância. É atrito que acontece em meio a campanha eleitoral. Não é nada que preocupe", afirmou.
Segundo a Polícia Militar, ninguém foi preso. Não havia informação de feridos.
O secretário de comunicação do diretório municipal do PT, João Bravin, disse que o partido lamenta o ocorrido e recomenda à militância que atue de forma pacífica e evite confrontos.
Segundo ele, os militantes realizam manifestação na área central desde o primeiro turno e, hoje, cerca de 40 petistas se depararam com cerca de 200 tucanos embarcados em três ônibus. A briga foi separada pela Guarda Civil Metropolitana (GCM)
Em nota, o diretório municipal do PT disse que repudia qualquer tipo de agressão ou violência, especialmente em casos de desrespeito ao direito democrático dos partidos realizarem suas campanhas eleitorais na cidade. "O Diretório Municipal do PT incentiva o diálogo e é veementemente contra confronto verbal ou físico", diz a nota.
O coordenador da campanha de Aécio Neves na capital paulista, Andrea Matarazzo, disse, por meio de sua assessoria, que não tem detalhes do que ocorreu. Ele acrescentou que episódios como esse são lamentáveis, porque esse não é o espírito de uma campanha eleitoral.
O ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, disse que o episódio não é nada de especial. "Não tem nenhuma importância. É atrito que acontece em meio a campanha eleitoral. Não é nada que preocupe", afirmou.
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