Parentes de presos denunciam maus-tratos no Presídio de Segurança
Familiares foram até a sede antiga da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Alagoas (OAB/AL), na manhã desta quarta-feira (22), no centro de Maceió, para denunciar que os presos estão sendo maltratados no Presídio de Segurança Máxima de Maceió (PSM). As esposas levaram cartazes, faixas e organizaram um protesto em frente ao prédio. Depois, um grupo foi recebido na Comissão de Direitos Humanos, onde a denúncia foi formulada.
De acordo com elas, os reeducandos estão sendo espancados todos os dias, a comida que é servida nas celas é podre e a energia no local estaria cortada, tornando o ambiente totalmente insalubre. As esposas relatam que os parentes estão dormindo no chão e que até os medicamentos ficam proibidos de serem levados aos que estiverem doentes.
Elas apresentaram umas fotografias que mostram as comidas que são servidas aos detentos e ferimentos em partes do corpo que, segundo as mulheres, são provocados por espancamentos. Elas revelaram que as imagens foram tiradas por policiais militares, de serviço no PSM, e entregues aos parentes.
Pelo relato, a série de maus-tratos aos presos teria iniciado após uma nova direção assumir o presídio. Para elas, até os militares estavam insatisfeitos e, por isso, resolveram 'colaborar' para que a denúncia fosse disseminada. As fotos teriam sido tiradas nessa terça-feira.
"Eles não são bichos para serem tratados assim. Quando a gente reclama, o diretor diz que quem manda lá é ele e que nem juiz interfere no que ele decidir no presidio", disse a esposa de um dos detentos. Nenhuma que estava na OAB quis se identificar, temendo que os reeducandos fossem reprimidos no sistema.
Uma operação policial foi montada nos presídios na manhã desta quarta-feira e as esposas denunciam que se trata de uma represália por conta da denúncia que seria feita à imprensa e à OAB. Militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) foram mobilizados para o suporte à ação.
A Comissão de Direitos Humanos recebeu o material e prometeu avaliar a denúncia formulada, requerendo informações mais precisas da rotina dos presídios à Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris). As mulheres prometeram que fariam o mesmo protesto em frente à sede do Tribunal de Justiça (TJ) de Alagoas.
De acordo com elas, os reeducandos estão sendo espancados todos os dias, a comida que é servida nas celas é podre e a energia no local estaria cortada, tornando o ambiente totalmente insalubre. As esposas relatam que os parentes estão dormindo no chão e que até os medicamentos ficam proibidos de serem levados aos que estiverem doentes.
Elas apresentaram umas fotografias que mostram as comidas que são servidas aos detentos e ferimentos em partes do corpo que, segundo as mulheres, são provocados por espancamentos. Elas revelaram que as imagens foram tiradas por policiais militares, de serviço no PSM, e entregues aos parentes.
Pelo relato, a série de maus-tratos aos presos teria iniciado após uma nova direção assumir o presídio. Para elas, até os militares estavam insatisfeitos e, por isso, resolveram 'colaborar' para que a denúncia fosse disseminada. As fotos teriam sido tiradas nessa terça-feira.
"Eles não são bichos para serem tratados assim. Quando a gente reclama, o diretor diz que quem manda lá é ele e que nem juiz interfere no que ele decidir no presidio", disse a esposa de um dos detentos. Nenhuma que estava na OAB quis se identificar, temendo que os reeducandos fossem reprimidos no sistema.
Uma operação policial foi montada nos presídios na manhã desta quarta-feira e as esposas denunciam que se trata de uma represália por conta da denúncia que seria feita à imprensa e à OAB. Militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) foram mobilizados para o suporte à ação.
A Comissão de Direitos Humanos recebeu o material e prometeu avaliar a denúncia formulada, requerendo informações mais precisas da rotina dos presídios à Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris). As mulheres prometeram que fariam o mesmo protesto em frente à sede do Tribunal de Justiça (TJ) de Alagoas.
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