Quadrilha aplica golpe de R$ 1 milhão com vendas de casas populares
Uma mulher envolvida em um golpe de mais de R$ 1 milhão procurou a polícia está semana para informar que está recebendo ameaça de morte. Márcia Roberta de Souza Marques Mendes afirmou para a polícia que o golpe consistia em convencer as vítima a pagarem adiantado por casas que seriam destinadas à pessoas de baixa renda.
Ainda segundo Márcia Roberta, tem muita gente envolvida no golpe, que utiliza documentos oficiais para dar mais veracidade às supostas vendas das casas populares.
Ela explicou como o golpe acontecia, bastava convencer alguém a pagar em dinheiro por uma casa que deveria ser entregue à famílias carentes. Ao todo, foram prometidas casas em três conjuntos: Residencial Recanto da Lagoa, na Ilha de Santa Rita, para moradores retirados da Favela do Jacaré, à margem da BR-101; Residencial Ouro Preto, em Maceió, para vítimas de áreas de risco e deslizamentos de barreira; e o conjunto José Aprígio Vilela, no Benedito Bentes, para famílias que moravam na orla lagunar e noutros rincões de pobreza.
Os golpistas não possuíam escritório, as negociações eram realizadas na rua mesmo e os valores variavam entre R$ 7 mil e R$ 20 mil. Estima-se que 200 pessoas foram vítimas da quadrilha e que os criminosos lucraram mais de R$ 1 milhão. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
Ainda segundo Márcia Roberta, tem muita gente envolvida no golpe, que utiliza documentos oficiais para dar mais veracidade às supostas vendas das casas populares.
Ela explicou como o golpe acontecia, bastava convencer alguém a pagar em dinheiro por uma casa que deveria ser entregue à famílias carentes. Ao todo, foram prometidas casas em três conjuntos: Residencial Recanto da Lagoa, na Ilha de Santa Rita, para moradores retirados da Favela do Jacaré, à margem da BR-101; Residencial Ouro Preto, em Maceió, para vítimas de áreas de risco e deslizamentos de barreira; e o conjunto José Aprígio Vilela, no Benedito Bentes, para famílias que moravam na orla lagunar e noutros rincões de pobreza.
Os golpistas não possuíam escritório, as negociações eram realizadas na rua mesmo e os valores variavam entre R$ 7 mil e R$ 20 mil. Estima-se que 200 pessoas foram vítimas da quadrilha e que os criminosos lucraram mais de R$ 1 milhão. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
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