Makro terá que pagar R$ 500 mil de indenização por realizar revista íntima
O Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região confirmou a decisão da 1ª Vara do Trabalho de Maceió, ao condenar o Atacadista Makro a se abster de praticar revista íntima e manter a multa pelo dano moral coletivo em R$ 500 mil. A decisão do desembargador Henrique Costa Cavalcante foi fundamentada na Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alagoas.
Em março deste ano, a Justiça do Trabalho havia condenado o Makro, em primeira instância, pela prática de revista íntima em seus funcionários e trabalhadores terceirizados, que tinham suas bolsas, mochilas e pertences pessoais revistados. Com a sentença, o empreendimento deveria se abster de realizar tal prática e, em caso de descumprimento, deveria pagar multa diária no valor de R$ 50 mil, além de pagar indenização de R$ 500 mil pelo dano moral causado.
O Makro entrou com recurso contra a sentença proferida pela 1ª Vara do Trabalho, sob a alegação de que as revistas íntimas não eram constrangedoras. No entanto, durante as investigações do MPT, foi constatado que o trabalhador que se recusasse a ter seus pertences revistados era repreendido pelo seu respectivo chefe administrativo, que registrava a “ocorrência” em livro – situação que mostra a intimidação sofrida pelos empregados.
Em março deste ano, a Justiça do Trabalho havia condenado o Makro, em primeira instância, pela prática de revista íntima em seus funcionários e trabalhadores terceirizados, que tinham suas bolsas, mochilas e pertences pessoais revistados. Com a sentença, o empreendimento deveria se abster de realizar tal prática e, em caso de descumprimento, deveria pagar multa diária no valor de R$ 50 mil, além de pagar indenização de R$ 500 mil pelo dano moral causado.
O Makro entrou com recurso contra a sentença proferida pela 1ª Vara do Trabalho, sob a alegação de que as revistas íntimas não eram constrangedoras. No entanto, durante as investigações do MPT, foi constatado que o trabalhador que se recusasse a ter seus pertences revistados era repreendido pelo seu respectivo chefe administrativo, que registrava a “ocorrência” em livro – situação que mostra a intimidação sofrida pelos empregados.
Últimas Notícias
Brasil / Mundo
Mega-Sena acumula mais uma vez e prêmio principal vai para R$ 105 milhões
Brasil / Mundo
Soldados israelenses atiram contra carro e matam 4 pessoas da mesma família, diz Autoridade Palestina
Brasil / Mundo
Bolsonaro apresentou melhora na função renal mas segue na UTI, diz boletim médico
Cidades
Repórter cinematográfico da TV Gazeta de Alagoas sofre infarto fulminante e morre aos 58 anos
Arapiraca
Primeira edição do Programa Visão Para Todos, da Prefeitura de Penedo, realiza 1.612 atendimentos
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
TV JÁ É
Delegado detalha prisão de autor de homicídio no Bosque das Arapiracas
TV JÁ É
Ordem de Serviço para pavimentação em bairros de Arapiraca
TV JÁ É

