Ciência brasileira dá passo importante no combate a Aids
Apandemia de Aids é uma das maiores preocupações da medicina global, que busca tratamentos antirretrovirais e vacinas que minimizem os efeitos da doença. A ciência brasileira está fazendo a sua parte, com ajuda da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
No fim de fevereiro, a faculdade divulgou o resultado de testes feitos com o imunizante HIVBr18 (em desenvolvimento desde 2002), aplicado em quatro macacos Rhesus do Instituto Butantan (SP). A resposta, segundo o professor de imunologia da FMUSP, Edecio Cunha Neto, foi muito positiva. “Todos os primatas apresentaram uma resposta de 5 a 10 vezes mais intensa que os roedores testados. Isso nos sugere que a vacina seja altamente capaz de desencadear uma resposta imunológica”, explica o professor.
Embora mais de 20 vacinas estejam atualmente em teste, o HIVBr18 se destaca por reunir um maior número de peptídeos (pedaços de proteína), todos retirados de regiões do HIV com menor histórico de mutação, dificultando as manobras do vírus.
No próximo semestre, um número maior de macacos será testado com vacinas combinadas para selecionar aquelas com resultado mais forte.
Teste para HIV disponível no SUS
Segundo dados do Ministério da Saúde, estima-se que 150 mil brasileiros infectados não saiba de sua condição soropositiva. A rede pública conta com 345 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), onde é possível fazer o teste rápido para HIV com apenas uma gota de sangue. Os endereços estão no portal www.aids.gov.br
No fim de fevereiro, a faculdade divulgou o resultado de testes feitos com o imunizante HIVBr18 (em desenvolvimento desde 2002), aplicado em quatro macacos Rhesus do Instituto Butantan (SP). A resposta, segundo o professor de imunologia da FMUSP, Edecio Cunha Neto, foi muito positiva. “Todos os primatas apresentaram uma resposta de 5 a 10 vezes mais intensa que os roedores testados. Isso nos sugere que a vacina seja altamente capaz de desencadear uma resposta imunológica”, explica o professor.
Embora mais de 20 vacinas estejam atualmente em teste, o HIVBr18 se destaca por reunir um maior número de peptídeos (pedaços de proteína), todos retirados de regiões do HIV com menor histórico de mutação, dificultando as manobras do vírus.
No próximo semestre, um número maior de macacos será testado com vacinas combinadas para selecionar aquelas com resultado mais forte.
Teste para HIV disponível no SUS
Segundo dados do Ministério da Saúde, estima-se que 150 mil brasileiros infectados não saiba de sua condição soropositiva. A rede pública conta com 345 Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), onde é possível fazer o teste rápido para HIV com apenas uma gota de sangue. Os endereços estão no portal www.aids.gov.br
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