O cidadão arapiraquense e o desrespeito às normas de trânsito
Basta abrir o Facebook ou ligar uma rádio local para ouvirmos as famosas reclamações acerca de infrações de trânsito confeccionadas em desfavor de cidadãos arapiraquenses. São inúmeros os arapiraquenses que desrespeitam todos os dias as regras de circulação e conduta.
Afinal é mais simples o jeitinho brasileiro. Um retorno proibido; Um semáforo no vermelho; Uma placa de proibido estacionar; “Só um minutinho” para comprar um remédio ou pagar uma conta. São diversas as desculpas para quem descumpre o Código de Trânsito Brasileiro e se sente afrontado quando surge um agente de trânsito e lavra um auto de infração.
Pois é! É mesmo questão de cultura respeitar as leis de trânsito. Além do contexto elencado, onde população e agentes de trânsito travam cotidianamente uma briga ideológica entre quem desrespeita e quem aplica a legislação, outro fato chama mais atenção: o grande número de acidentes ocasionados por aqueles que não gostam de ser fiscalizados e por aqueles que não fiscalizam com tanta “rigidez” (apesar de que aplicar a lei nunca pode ser visto dessa forma).
O trânsito é mesmo um sistema complexo de ser dissecado. Afinal todos cometemos infrações de trânsito. O empresário que atende o celular dirigindo; o pedestre que não passa na faixa regulamentada; o ciclista que conduz na contramão; o executivo que estaciona sobre a faixa exclusiva para transporte coletivo; entre inúmeros outros exemplos da desordem que caracteriza o trânsito arapiraquense.
Estacionar em cima das calçadas e nas vagas de deficientes ou idosos são outras infrações constantes no município. ‘O cinto de segurança mais parece uma corrente que aprisiona os pobres e agoniados motoristas. Já o pisca alerta é a nova fórmula da invisibilidade. É só você acioná-lo e seu carro desaparece da via’, afirmou um agente de trânsito entrevistado pelo Portal Já é Notícia.
Ninguém está nem aí para os problemas causados por condutas individuais. Mas todos cobram substancialmente que o trânsito deve ser seguro e organizado. Mas será mesmo possível em Arapiraca?
Vivemos, apesar de alguns discordarem e satirizarem, um momento de mudança de estrutura na maior cidade do interior de Alagoas. Mas numa cidade que só cresce à base do concreto e do asfalto, sem conscientização popular, sem respeito às regras de convívio urbano, fica difícil imaginar o espectro do desenvolvimento.
Evidentemente que alguns só observaram a constituição nas alíneas dos direitos. Muitos se esquecem ou não se preocupam com os diversos deveres a serem cumpridos para a harmonia social.
Já pensaram no gasto social decorrente dos acidentes de trânsito? É o nosso dinheiro escoando junto com o sangue derramado nas vias públicas com os acidentes que são causados por condutores que estão “pouco se lixando” para as leis de trânsito.
Viver em sociedade e com cidadania deveria mesmo sair dos enredos e discursos dos politicamente corretos e surgir como um fenômeno para mudar de fato a mentalidade do arapiraquense.
Para finalizar deixamos uma observação: não existe uma política de gestão capaz de mudar a realidade, caso o povo não respeite sua essência.
Afinal é mais simples o jeitinho brasileiro. Um retorno proibido; Um semáforo no vermelho; Uma placa de proibido estacionar; “Só um minutinho” para comprar um remédio ou pagar uma conta. São diversas as desculpas para quem descumpre o Código de Trânsito Brasileiro e se sente afrontado quando surge um agente de trânsito e lavra um auto de infração.
Pois é! É mesmo questão de cultura respeitar as leis de trânsito. Além do contexto elencado, onde população e agentes de trânsito travam cotidianamente uma briga ideológica entre quem desrespeita e quem aplica a legislação, outro fato chama mais atenção: o grande número de acidentes ocasionados por aqueles que não gostam de ser fiscalizados e por aqueles que não fiscalizam com tanta “rigidez” (apesar de que aplicar a lei nunca pode ser visto dessa forma).
O trânsito é mesmo um sistema complexo de ser dissecado. Afinal todos cometemos infrações de trânsito. O empresário que atende o celular dirigindo; o pedestre que não passa na faixa regulamentada; o ciclista que conduz na contramão; o executivo que estaciona sobre a faixa exclusiva para transporte coletivo; entre inúmeros outros exemplos da desordem que caracteriza o trânsito arapiraquense.
Estacionar em cima das calçadas e nas vagas de deficientes ou idosos são outras infrações constantes no município. ‘O cinto de segurança mais parece uma corrente que aprisiona os pobres e agoniados motoristas. Já o pisca alerta é a nova fórmula da invisibilidade. É só você acioná-lo e seu carro desaparece da via’, afirmou um agente de trânsito entrevistado pelo Portal Já é Notícia.
Ninguém está nem aí para os problemas causados por condutas individuais. Mas todos cobram substancialmente que o trânsito deve ser seguro e organizado. Mas será mesmo possível em Arapiraca?
Vivemos, apesar de alguns discordarem e satirizarem, um momento de mudança de estrutura na maior cidade do interior de Alagoas. Mas numa cidade que só cresce à base do concreto e do asfalto, sem conscientização popular, sem respeito às regras de convívio urbano, fica difícil imaginar o espectro do desenvolvimento.
Evidentemente que alguns só observaram a constituição nas alíneas dos direitos. Muitos se esquecem ou não se preocupam com os diversos deveres a serem cumpridos para a harmonia social.
Já pensaram no gasto social decorrente dos acidentes de trânsito? É o nosso dinheiro escoando junto com o sangue derramado nas vias públicas com os acidentes que são causados por condutores que estão “pouco se lixando” para as leis de trânsito.
Viver em sociedade e com cidadania deveria mesmo sair dos enredos e discursos dos politicamente corretos e surgir como um fenômeno para mudar de fato a mentalidade do arapiraquense.
Para finalizar deixamos uma observação: não existe uma política de gestão capaz de mudar a realidade, caso o povo não respeite sua essência.
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