O tráfico de drogas em Arapiraca – dos bairros, a bares e postos de combustíveis da cidade
A criminalidade tem apresentado várias facetas na Região Metropolitana do Agreste, principalmente em Arapiraca. Roubos a pessoas e a estabelecimentos comerciais, roubos/furtos de veículos, homicídios, entre outros. Toda essa malha criminal tem notada relação com o tráfico de drogas na região.
Arapiraca, por está passando por um estágio de vulnerabilidade de políticas públicas, comum em toda cidade em estado intermediário de evolução socioeconômica, tem sido um excelente mercado para fixação do tráfico, que tem na sua essência a venda de maconha, crack e cocaína.
A comercialização destas substâncias está tão consolidada na capital do Agreste, que o mercado que antes se restringia apenas a pontos específicos de vendas de drogas, em bairros pouco assistidos politicamente, agora ocorre em locais mais luxuosos e propícios, como bares e postos de combustíveis.
Não é raro visualizarmos, por exemplo, em alguns pátios de postos de combustíveis, indivíduos com paredões ligados camuflando a venda de drogas, principalmente a cocaína. Nos bares, o fato é ainda mais clarividente. Garotas de programa e jovens comercializam manifestamente a venda das substâncias ilegais nesses lugares, tudo observado de perto por seguranças do tráfico, que acompanham a movimentação armados, temendo a infiltração de outras quadrilhas nos ambientes.
Cabe, logo, aos responsáveis pela segurança pública do município também mudarem o foco no que toca ao combate ao comércio desenfreado de drogas que ocorre nesses novos lugares. Abordagens e investigações devem ser prioridades em bares e postos de combustíveis de Arapiraca, novos celeiros para os traficantes da região.
O tráfico tem gerado, sem sombra de dúvidas, uma ampla gama de crimes na região. Especialistas em segurança pública têm apontado que roubos de celulares, de motos, a estabelecimentos comerciais, e até os homicídios que ocorrem na cidade tem ligação direta com o negro mercado das drogas no município.
É errôneo e descabido, também, acharmos que esse problema será erradicado com o trabalho repressivo das polícias Civil e Militar. Antes deve existir uma política social integrada, conjugando vários órgãos, com o objetivo de atingir todas as faces do problema, algo que não ocorrerá do dia para noite, como esperam determinados críticos imediatistas.
Arapiraca, por está passando por um estágio de vulnerabilidade de políticas públicas, comum em toda cidade em estado intermediário de evolução socioeconômica, tem sido um excelente mercado para fixação do tráfico, que tem na sua essência a venda de maconha, crack e cocaína.
A comercialização destas substâncias está tão consolidada na capital do Agreste, que o mercado que antes se restringia apenas a pontos específicos de vendas de drogas, em bairros pouco assistidos politicamente, agora ocorre em locais mais luxuosos e propícios, como bares e postos de combustíveis.
Não é raro visualizarmos, por exemplo, em alguns pátios de postos de combustíveis, indivíduos com paredões ligados camuflando a venda de drogas, principalmente a cocaína. Nos bares, o fato é ainda mais clarividente. Garotas de programa e jovens comercializam manifestamente a venda das substâncias ilegais nesses lugares, tudo observado de perto por seguranças do tráfico, que acompanham a movimentação armados, temendo a infiltração de outras quadrilhas nos ambientes.
Cabe, logo, aos responsáveis pela segurança pública do município também mudarem o foco no que toca ao combate ao comércio desenfreado de drogas que ocorre nesses novos lugares. Abordagens e investigações devem ser prioridades em bares e postos de combustíveis de Arapiraca, novos celeiros para os traficantes da região.
O tráfico tem gerado, sem sombra de dúvidas, uma ampla gama de crimes na região. Especialistas em segurança pública têm apontado que roubos de celulares, de motos, a estabelecimentos comerciais, e até os homicídios que ocorrem na cidade tem ligação direta com o negro mercado das drogas no município.
É errôneo e descabido, também, acharmos que esse problema será erradicado com o trabalho repressivo das polícias Civil e Militar. Antes deve existir uma política social integrada, conjugando vários órgãos, com o objetivo de atingir todas as faces do problema, algo que não ocorrerá do dia para noite, como esperam determinados críticos imediatistas.
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