Defensoria Pública se reúne com representantes da Associação de Amigos dos Autistas de Alagoas
A falta de assistência pedagógica às crianças e adolescentes com autismo no Estado de Alagoas foi tema de reunião ocorrida na manhã de hoje, na Defensoria Pública do Estado de Alagoas, que teve a participação do coordenador do Núcleo de Direitos Humanos, Difusos e Coletivos, o defensor público Ricardo Melro, e representantes da Associação dos Amigos Autistas de Alagoas (AMA).
Diante do defensor público, os associados relataram os problemas relacionados à falta de uma instituição especifica para atender crianças e adolescentes com autismo, e ressaltaram a não oferta, por parte do município de Maceió, de profissionais capacitados nas escolas.
Conforme as representantes, que também são mães de crianças e adolescentes autistas, o problema é a falta de estrutura física e de pessoal para propiciar o desenvolvimento educacional da criança e do adolescente. “Por causa dessa falta de estrutura nas escolas, acaba se criando uma situação em que os pais são compelidos a retirar seus filhos do ambiente escolar. Precisamos de uma escola em que essas crianças e adolescentes possam ter acesso a uma educação de qualidade e que consiga sanar as necessidades especificas de cada indivíduo”, informou.
Mônica Ximenes, presidente da AMA, ressaltou a necessidade do apoio da Defensoria para lutar e cobrar dos órgãos públicos uma escola especializada para essas crianças que necessitam de cuidados especiais.
Ainda durante a reunião, os pais informaram que já contataram gestores do município de Maceió e do Estado de Alagoas com a finalidade de fazer um convênio com uma instituição especializada para ofertar uma educação adequada às crianças com autismo. No entanto, segundo eles, vários empecilhos foram levantados, ficando claro que não há nenhum intuito de resolver o problema.
DENÚNCIA
O defensor público Ricardo Melro explicou que recebeu uma denúncia sobre o caso e procurou a Associação de Amigos dos Autistas para saber a real dimensão da situação. Durante a reunião, ele ressaltou o artigo 208 da Constituição Federal que garante educação especializada para essas crianças. E, diante do quadro narrado, o poder público local vem solapando essa garantia.
"Se o Poder Público, que deveria dar bons exemplos, não respeita a Constituição Federal nem a lei, o que se pode esperar dos cidadãos comuns?", questionou o defensor.
O defensor Ricardo Melro afirmou, por fim, que, sem a assistência adequada às crianças elas passarão a ser meras frequentadoras das escolas, não obtendo quaisquer vantagens pedagógicas. "A Defensoria Pública fará algumas diligências a fim de reunir mais informações, que, ao cabo, se o Poder Público quedar-se inerte, levará o caso para a justiça", pontuou o defensor.

Diante do defensor público, os associados relataram os problemas relacionados à falta de uma instituição especifica para atender crianças e adolescentes com autismo, e ressaltaram a não oferta, por parte do município de Maceió, de profissionais capacitados nas escolas.
Conforme as representantes, que também são mães de crianças e adolescentes autistas, o problema é a falta de estrutura física e de pessoal para propiciar o desenvolvimento educacional da criança e do adolescente. “Por causa dessa falta de estrutura nas escolas, acaba se criando uma situação em que os pais são compelidos a retirar seus filhos do ambiente escolar. Precisamos de uma escola em que essas crianças e adolescentes possam ter acesso a uma educação de qualidade e que consiga sanar as necessidades especificas de cada indivíduo”, informou.
Mônica Ximenes, presidente da AMA, ressaltou a necessidade do apoio da Defensoria para lutar e cobrar dos órgãos públicos uma escola especializada para essas crianças que necessitam de cuidados especiais.
Ainda durante a reunião, os pais informaram que já contataram gestores do município de Maceió e do Estado de Alagoas com a finalidade de fazer um convênio com uma instituição especializada para ofertar uma educação adequada às crianças com autismo. No entanto, segundo eles, vários empecilhos foram levantados, ficando claro que não há nenhum intuito de resolver o problema.
DENÚNCIA
O defensor público Ricardo Melro explicou que recebeu uma denúncia sobre o caso e procurou a Associação de Amigos dos Autistas para saber a real dimensão da situação. Durante a reunião, ele ressaltou o artigo 208 da Constituição Federal que garante educação especializada para essas crianças. E, diante do quadro narrado, o poder público local vem solapando essa garantia.
"Se o Poder Público, que deveria dar bons exemplos, não respeita a Constituição Federal nem a lei, o que se pode esperar dos cidadãos comuns?", questionou o defensor.
O defensor Ricardo Melro afirmou, por fim, que, sem a assistência adequada às crianças elas passarão a ser meras frequentadoras das escolas, não obtendo quaisquer vantagens pedagógicas. "A Defensoria Pública fará algumas diligências a fim de reunir mais informações, que, ao cabo, se o Poder Público quedar-se inerte, levará o caso para a justiça", pontuou o defensor.
Últimas Notícias
Polícia
Homem é morto a tiros em Marechal Deodoro; vítima foi atingida por cerca de oito disparos
Polícia
Canil do 3º BPM apreende drogas e causa prejuízo de R$ 190 mil ao tráfico em Arapiraca
Brasil / Mundo
PM forma mais uma turma do Curso de Entrevista de Inteligência de Segurança Pública
Justiça
Moraes autoriza depoimento de Bolsonaro sobre arma apreendida pela PM
Brasil / Mundo
Ator teve infarto provocado por uso de drogas após entrar com dupla em quarto de motel, indica laudo
Vídeos mais vistos
TV JÁ É
Homem que conduzia motocicleta pela contramão morre ao ter veículo atingido por carro, em Arapiraca
TV JÁ É
Inauguração do Centro de Convenções de Arapiraca
TV JÁ É
Grupo Coringa monta tradicional barraca no Partage Arapiraca
TV JÁ É
Arapiraca ganha centro de excelência em exames laboratoriais com a inauguração do Altolab
TV JÁ É

