Delegado indicia acusada de estelionato e alerta sobre golpe
O delegado de Japaratinga, Thiago Prado, indiciou, nesta segunda-feira (5), uma mulher acusada de praticar o crime de estelionato, no município do Litoral Norte alagoano. Prado alerta os moradores da região para a prática do golpe que é aplicado na hora de contratar empréstimos junto a instituições financeiras.
Segundo o delegado, a indiciada Maria Francisca Ferreira Costa, mais conhecida como “Rose”, é acusada de ter procurado a vítima, Jaime Ferreira da Silva, e intermediado um contrato de empréstimo junto ao banco BMG, no valor de R$ 5.977,20. No entanto, para a vítima, ela disse que o empréstimo foi feito apenas no valor de R$ 2.970.
“Os depoimentos, bem como os comprovantes bancários, mostram que a acusada esteve no banco pela manhã junto com a vítima e sacou R$ 2.970, chegando a receber desta, como forma de agradecimento, R$ 150. No período da tarde, Rose fez um novo saque no valor de R$ 3 mil, quantia arrecada exclusivamente pela investigada. Está configurado, portanto, o crime de estelionato”, explicou o delegado.
No relatório encaminhado ao Ministério Público, Thiago Prado destaca o fato de que a vítima é analfabeta, o que ajudou a acusada na prática do golpe, já que Jaime Ferreira assinou os papéis do empréstimo sem saber o valor que estava sendo adquirido.
“Este caso serve de alerta para outras pessoas que estejam interessadas em contrair empréstimos. Não devemos confiar uma transação tão importante a pessoas estranhas ou que simplesmente se oferece para ajudar. É preciso ter muita cautela para não acabar se transformando em mais uma vítima”, alertou o delegado.
Segundo o delegado, a indiciada Maria Francisca Ferreira Costa, mais conhecida como “Rose”, é acusada de ter procurado a vítima, Jaime Ferreira da Silva, e intermediado um contrato de empréstimo junto ao banco BMG, no valor de R$ 5.977,20. No entanto, para a vítima, ela disse que o empréstimo foi feito apenas no valor de R$ 2.970.
“Os depoimentos, bem como os comprovantes bancários, mostram que a acusada esteve no banco pela manhã junto com a vítima e sacou R$ 2.970, chegando a receber desta, como forma de agradecimento, R$ 150. No período da tarde, Rose fez um novo saque no valor de R$ 3 mil, quantia arrecada exclusivamente pela investigada. Está configurado, portanto, o crime de estelionato”, explicou o delegado.
No relatório encaminhado ao Ministério Público, Thiago Prado destaca o fato de que a vítima é analfabeta, o que ajudou a acusada na prática do golpe, já que Jaime Ferreira assinou os papéis do empréstimo sem saber o valor que estava sendo adquirido.
“Este caso serve de alerta para outras pessoas que estejam interessadas em contrair empréstimos. Não devemos confiar uma transação tão importante a pessoas estranhas ou que simplesmente se oferece para ajudar. É preciso ter muita cautela para não acabar se transformando em mais uma vítima”, alertou o delegado.
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