Flamengo cai para León no Maracanã lotado e confirma vexame
O Flamengo voltou a viver um drama digno de “Maracanazo” na noite desta quarta-feira. Com o mítico estádio carioca lotado e pintado de rubro-negro por 60.451 pessoas, a equipe carioca deu novo vexame ao perder para o Léon, do México, por 3 a 2 e confirmar o adeus à Libertadores de 2014 já na fase de grupos – a equipe do técnico Jayme de Almeida precisava apenas da vitória para avançar.
A eliminação flamenguista relembrou aos torcedores os vexames recentes do time rubro-negro no estádio preferido dos cariocas. Entre os mais marcantes, estão derrotas para o Santo André na final da Copa do Brasil de 2004, vitória que não bastou para reverter vantagem do Defensor em 2007 e a histórica queda para o América-MEX liderado por Cabañas em 2008. Foi, ainda, a terceira eliminação flamenguista na fase de grupos em edições recentes da Libertadores - já havia caído em 2002 e 2012.
No Maracanã, o Flamengo começou assustando o León com Alecsandro logo aos 6min, mas a festa da torcida rubro-negra que lotou o estádio começou a ganhar ares de drama aos 21min, quando Arizala desviou de cabeça de falta e venceu o goleiro Felipe. O gol levou ao Maracanã momento de um silêncio até então não visto e assustou o Flamengo, que passou a errar bolas fáceis e dar contra-ataques ao adversário.
A rodada final, com vitória do Bolívar por 2 a 1 sobre o Emelec, deixou o Grupo 7 da Libertadores com o time boliviano na primeira colocação, com 11 pontos. O León, segundo colocado com 10, também avançou - a equipe brasileira terminou sua participação em terceiro com sete pontos, enquanto os equatorianos ficaram com seis.
Mesmo com o susto, o time rubro-negro devolveu na mesma moeda para os mexicanos aos 30min. De lateral para lateral, Léo Moura ergueu falta pela direita e André Santos, aproveitando saída errada do goleiro adversário, cabeceou para deixar tudo empatado. O Léon, no entanto, não se assustou com a festa do Maracanã pelo gol e no minuto seguinte Mauro Boselli subiu mais que a zaga flamenguista para voltar a deixar a equipe do México na frente.
Torcida flamenguista lotou Maracanã, mas sofreu com nova eliminação
Novamente, contudo, a vantagem durou pouco tempo. Aos 34min, Paulinho cruzou para Alecsandro, desengonçado, concluir para o gol – o centroavante ainda contou com desvio na defesa adversário. O Flamengo, apoiado pela torcida, pressionou até o intervalo, mas não conseguiu ir para o segundo tempo com a necessária vitória no placar,
A partida voltou frenética para os últimos 45 minutos. O Flamengo partiu em velocidade para o ataque em busca do terceiro gol, mas o León mostrava ainda mais perigo com a rapidez para os contra-ataques. A primeira chance da etapa final foi rubro-negra, com chute colocado de Paulinho que passou rente ao poste mexicano aos 9min.
O time rubro-negro manteve a pressão, mas a desorganização, já evidente desde o início da partida, cresceu com a proximidade do final da partida. O León assustava mais Felipe do que os rubro-negros incomodavam em pontadas ofensivas e confirmou a classificação com Rodríguez aos 39min. Foi o bastante para os torcedores se revoltarem e soltarem gritos de "sem vergonha".
A eliminação flamenguista relembrou aos torcedores os vexames recentes do time rubro-negro no estádio preferido dos cariocas. Entre os mais marcantes, estão derrotas para o Santo André na final da Copa do Brasil de 2004, vitória que não bastou para reverter vantagem do Defensor em 2007 e a histórica queda para o América-MEX liderado por Cabañas em 2008. Foi, ainda, a terceira eliminação flamenguista na fase de grupos em edições recentes da Libertadores - já havia caído em 2002 e 2012.
No Maracanã, o Flamengo começou assustando o León com Alecsandro logo aos 6min, mas a festa da torcida rubro-negra que lotou o estádio começou a ganhar ares de drama aos 21min, quando Arizala desviou de cabeça de falta e venceu o goleiro Felipe. O gol levou ao Maracanã momento de um silêncio até então não visto e assustou o Flamengo, que passou a errar bolas fáceis e dar contra-ataques ao adversário.
A rodada final, com vitória do Bolívar por 2 a 1 sobre o Emelec, deixou o Grupo 7 da Libertadores com o time boliviano na primeira colocação, com 11 pontos. O León, segundo colocado com 10, também avançou - a equipe brasileira terminou sua participação em terceiro com sete pontos, enquanto os equatorianos ficaram com seis.
Mesmo com o susto, o time rubro-negro devolveu na mesma moeda para os mexicanos aos 30min. De lateral para lateral, Léo Moura ergueu falta pela direita e André Santos, aproveitando saída errada do goleiro adversário, cabeceou para deixar tudo empatado. O Léon, no entanto, não se assustou com a festa do Maracanã pelo gol e no minuto seguinte Mauro Boselli subiu mais que a zaga flamenguista para voltar a deixar a equipe do México na frente.
Torcida flamenguista lotou Maracanã, mas sofreu com nova eliminação
Novamente, contudo, a vantagem durou pouco tempo. Aos 34min, Paulinho cruzou para Alecsandro, desengonçado, concluir para o gol – o centroavante ainda contou com desvio na defesa adversário. O Flamengo, apoiado pela torcida, pressionou até o intervalo, mas não conseguiu ir para o segundo tempo com a necessária vitória no placar,
A partida voltou frenética para os últimos 45 minutos. O Flamengo partiu em velocidade para o ataque em busca do terceiro gol, mas o León mostrava ainda mais perigo com a rapidez para os contra-ataques. A primeira chance da etapa final foi rubro-negra, com chute colocado de Paulinho que passou rente ao poste mexicano aos 9min.
O time rubro-negro manteve a pressão, mas a desorganização, já evidente desde o início da partida, cresceu com a proximidade do final da partida. O León assustava mais Felipe do que os rubro-negros incomodavam em pontadas ofensivas e confirmou a classificação com Rodríguez aos 39min. Foi o bastante para os torcedores se revoltarem e soltarem gritos de "sem vergonha".
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