Professores realizam protesto e recusam proposta da Prefeitura de Arapiraca
Professores da rede municipal de ensino da cidade de Arapiraca estiveram reunidos com prefeita Célia Rocha e a secretária municipal de Educação, Ana Valéria, na manhã desta terça-feira (8) para negociar a redução da carga horária de trabalho.
Os professores reivindicam uma adequação na carga horária de permanência em salas de aula para que se tenha um tempo maior de planejamento das aulas. Dessa forma, a prefeitura teria que contratar monitores para cobrir essa lacuna.
A proposta apresentada pela prefeita Célia Rocha foi que, no mês de abril, profissionais de 14 escolas tivessem essa redução na carga horária e apenas no mês de agosto uma nova tabela, com outras escolas contempladas, seria divulgada.

Após a reunião, os representantes passaram as informações aos demais professores no hall do Centro Administrativo, sede da Prefeitura de Arapiraca, que em votação não aceitaram a proposta da prefeitura. A paralisação vai continuar mesmo com a greve decretada ilegal pela Justiça.
A prefeita Célia Rocha informou que a contratação de novos professores para a rede de ensino municipal gera um acréscimo de R$ 4 milhões ao cofre público, o que ela diz ser inviável, tendo em vista as reduções constantes das verbas do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
Os professores reivindicam uma adequação na carga horária de permanência em salas de aula para que se tenha um tempo maior de planejamento das aulas. Dessa forma, a prefeitura teria que contratar monitores para cobrir essa lacuna.
A proposta apresentada pela prefeita Célia Rocha foi que, no mês de abril, profissionais de 14 escolas tivessem essa redução na carga horária e apenas no mês de agosto uma nova tabela, com outras escolas contempladas, seria divulgada.
Após a reunião, os representantes passaram as informações aos demais professores no hall do Centro Administrativo, sede da Prefeitura de Arapiraca, que em votação não aceitaram a proposta da prefeitura. A paralisação vai continuar mesmo com a greve decretada ilegal pela Justiça.
A prefeita Célia Rocha informou que a contratação de novos professores para a rede de ensino municipal gera um acréscimo de R$ 4 milhões ao cofre público, o que ela diz ser inviável, tendo em vista as reduções constantes das verbas do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
Crédito do vídeo: Felipe S.
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