Fotos de PMs em curso de formação comendo frango cru repercute nas redes sociais
Imagens de alunos comendo frango cru durante uma marcha realizada pelo Curso de Formação de Praças da PMAL está repercutindo nas redes sociais.
Tudo iniciouse quando o vice-presidente da Associação dos Praças da PM e Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (Aspra), cabo Washington Lopes, publicou em sua pagina no Facebook comentários que denotaram indignação com o fato.
Lopes questiona a “metodologia de formação profissional” e classifica o fato de constrangedor:
“Comer frango cru tem relação com a formação policial? Para quem vai lidar com o cidadão no dia a dia precisa comer frango cru? Será que esse tipo de treinamento serve para algo?”.
O cabo da PM prossegue dizendo acreditar que a cúpula da PM não orienta os formadores acerca do desrespeito praticado na instrução e frisa que fatos como esse denigrem a imagem da corporação:
“Que me desculpem os formadores, mas essa época passou! Posso até sofrer algumas perseguições por conta do fato que estou noticiando, mas não posso calar, infelizmente não!”, finalizou.
Com a palavra a Assessoria de Comunicação da PMAL
Segundo a Ascom da PMAL a instrução de sobrevivência é normal e regular em qualquer curso de formação militar do País: “Nesse treinamento, o animal é solto e deve ser capturado pelo grupo, tratado e consumido, não necessariamente cru, mas cabe ao policial em treinamento conseguir fazer o fogo para preparar o alimento”.
Tudo iniciouse quando o vice-presidente da Associação dos Praças da PM e Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (Aspra), cabo Washington Lopes, publicou em sua pagina no Facebook comentários que denotaram indignação com o fato.
Lopes questiona a “metodologia de formação profissional” e classifica o fato de constrangedor:
“Comer frango cru tem relação com a formação policial? Para quem vai lidar com o cidadão no dia a dia precisa comer frango cru? Será que esse tipo de treinamento serve para algo?”.
O cabo da PM prossegue dizendo acreditar que a cúpula da PM não orienta os formadores acerca do desrespeito praticado na instrução e frisa que fatos como esse denigrem a imagem da corporação:
“Que me desculpem os formadores, mas essa época passou! Posso até sofrer algumas perseguições por conta do fato que estou noticiando, mas não posso calar, infelizmente não!”, finalizou.
Com a palavra a Assessoria de Comunicação da PMAL
Segundo a Ascom da PMAL a instrução de sobrevivência é normal e regular em qualquer curso de formação militar do País: “Nesse treinamento, o animal é solto e deve ser capturado pelo grupo, tratado e consumido, não necessariamente cru, mas cabe ao policial em treinamento conseguir fazer o fogo para preparar o alimento”.
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