Sindicato dos bancários protesta contra assédio moral na Superintendência do BB

O Sindicato realizou nesta sexta-feira (28) forte manifestação no prédio central do Banco do Brasil, para repudiar e denunciar assédio moral praticado contra uma funcionária da Superintendência. Conforme já foi divulgado, a bancária, cuja mãe faleceu recentemente, voltava do período de férias, quando foi impedida de reassumir o cargo sob a alegação de que estaria sofrendo problemas psiquiátricos.
A decisão da superintendência é incompreensível e foi tomada de forma bastante arbitrária, uma vez que não existia e nem existe qualquer laudo médico apontando distúrbio psicológico na trabalhadora. Além de protestar, denunciar e exigir reparação por parte do superintendente, o Sindicato entrou com representação no Ministério Público do Trabalho para que o órgão apure o caso e puna o banco.
“;É inconcebível que fatos como este ainda aconteçam nos dias de hoje, sobretudo em uma instituição pública com mais de 200 anos e que tem missão social”;, disse o presidente em exercício do Sindicato, Cícero Matheus. Em pronunciamento ao público, na frente do BB, ele também denunciou que práticas de assédio moral têm se tornado frequentes no banco, o que resultou em multa de R$ 2 milhões para a instituição no Estado da Bahia.
No caso da bancária de Alagoas, colegas denunciam que o motivo dos superiores impedirem seu retorno ao cargo seria para descomissioná-la e passar o benefício para outro, possivelmente “;apadrinhado”; da Superintendência. Os diretores do Sindicato também condenaram esse tipo de prática e prometeram apurar com rigor a denúncia.
Até o protesto realizado na manhã desta sexta-feira, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), responsável pelo apoio e atendimento médico aos trabalhadores, ainda não havia se posicionado sobre o caso. “;É preciso que ela se pronuncie. Ninguém pode ser classificado como doente se não existem exames, avaliação médica e um laudo”;, disse a Arivoneide Moraes, diretora do Seec-AL.
A decisão da superintendência é incompreensível e foi tomada de forma bastante arbitrária, uma vez que não existia e nem existe qualquer laudo médico apontando distúrbio psicológico na trabalhadora. Além de protestar, denunciar e exigir reparação por parte do superintendente, o Sindicato entrou com representação no Ministério Público do Trabalho para que o órgão apure o caso e puna o banco.
“;É inconcebível que fatos como este ainda aconteçam nos dias de hoje, sobretudo em uma instituição pública com mais de 200 anos e que tem missão social”;, disse o presidente em exercício do Sindicato, Cícero Matheus. Em pronunciamento ao público, na frente do BB, ele também denunciou que práticas de assédio moral têm se tornado frequentes no banco, o que resultou em multa de R$ 2 milhões para a instituição no Estado da Bahia.
No caso da bancária de Alagoas, colegas denunciam que o motivo dos superiores impedirem seu retorno ao cargo seria para descomissioná-la e passar o benefício para outro, possivelmente “;apadrinhado”; da Superintendência. Os diretores do Sindicato também condenaram esse tipo de prática e prometeram apurar com rigor a denúncia.
Até o protesto realizado na manhã desta sexta-feira, a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), responsável pelo apoio e atendimento médico aos trabalhadores, ainda não havia se posicionado sobre o caso. “;É preciso que ela se pronuncie. Ninguém pode ser classificado como doente se não existem exames, avaliação médica e um laudo”;, disse a Arivoneide Moraes, diretora do Seec-AL.
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