Ana Rita pede investigação sobre declarações de jornalista do SBT
A presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), senadora Ana Rita (PT-ES), encaminhou ofício à Procuradoria Geral de Justiça de São Paulo pedindo investigação e providências em relação à jornalista Rachel Sheherazade, do jornal SBT Brasil, por violação aos direitos humanos e incitação à violência.
A apresentadora se envolveu em polêmica desde a última terça (4), depois de comentários sobre a prisão de um adolescente acusado de praticar roubos e furtos no Rio de Janeiro, feita por três homens no local. O rapaz foi espancado e depois preso pelo pescoço, sem roupa, a um poste. Para isso, os homens usaram uma trava de bicicleta. Os autores da agressão ainda filmaram a cena e divulgaram na internet. O jovem foi libertado depois que uma moradora chamou os bombeiros.
Após a notícia ir ao ar, a apresentadora disse que o “marginalzinho era tão inocente que, ao invés de prestar queixa contra seus agressores, preferiu fugir antes que ele mesmo acabasse preso. É que a ficha do sujeito está mais suja do que pau de galinheiro”.
Ela também buscou justificar a reação de “vingadores” diante das ações de criminosos. “No país que ostenta incríveis 26 assassinatos a cada 100 mil habitantes, que arquiva mais de 80% de inquéritos de homicídio e sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível”, afirmou.
Após salientar que “o Estado é omisso, a polícia é desmoralizada, a Justiça é falha”, a jornalista disse que as pessoas devem se defender. “O que resta ao cidadão de bem que, ainda por cima, foi desarmado? Se defender, é claro”.
No ofício, Ana Rita afirma que a jornalista, no “discurso enfático”, motivou a reação da CDH porque “violou os direitos humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente e fez apologia à violência”, especialmente ao afirmar que “a atitude dos vingadores é até compreensível”.
Ao documento, endereçado ao procurador Marcio Fernando Elias Rosa, que comanda o órgão, Ana Rita anexou nota de repúdio divulgada pelo Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro. Para a entidade sindical, houve “grave violação de direitos humanos e ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros” nas declarações da âncora. Ainda de acordo com a nota, “o desrespeito aos direitos humanos tem sido prática recorrente da comunicadora”.
“Adote um bandido"
No comentário, a apresentadora se referiu ainda aos “defensores dos direitos humanos”, desafiando o telespectador a adotar um bandido. “O contra-ataque aos bandidos é o que chamo de legítima defesa coletiva de uma sociedade sem Estado contra um estado de violência sem limite. E, aos defensores dos Direitos Humanos, que se apiedaram do marginalzinho preso ao poste, eu lanço uma campanha: faça um favor ao Brasil, adote um bandido”, disse ela.
A opinião da âncora repercutiu nas redes sociais, predominando críticas em meio a algumas manifestações de apoio. Em nota, o SBT informou que a opinião dada no telejornal SBT Brasil “é de total responsabilidade da jornalista e comentarista”.
A apresentadora se envolveu em polêmica desde a última terça (4), depois de comentários sobre a prisão de um adolescente acusado de praticar roubos e furtos no Rio de Janeiro, feita por três homens no local. O rapaz foi espancado e depois preso pelo pescoço, sem roupa, a um poste. Para isso, os homens usaram uma trava de bicicleta. Os autores da agressão ainda filmaram a cena e divulgaram na internet. O jovem foi libertado depois que uma moradora chamou os bombeiros.
Após a notícia ir ao ar, a apresentadora disse que o “marginalzinho era tão inocente que, ao invés de prestar queixa contra seus agressores, preferiu fugir antes que ele mesmo acabasse preso. É que a ficha do sujeito está mais suja do que pau de galinheiro”.
Ela também buscou justificar a reação de “vingadores” diante das ações de criminosos. “No país que ostenta incríveis 26 assassinatos a cada 100 mil habitantes, que arquiva mais de 80% de inquéritos de homicídio e sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível”, afirmou.
Após salientar que “o Estado é omisso, a polícia é desmoralizada, a Justiça é falha”, a jornalista disse que as pessoas devem se defender. “O que resta ao cidadão de bem que, ainda por cima, foi desarmado? Se defender, é claro”.
No ofício, Ana Rita afirma que a jornalista, no “discurso enfático”, motivou a reação da CDH porque “violou os direitos humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente e fez apologia à violência”, especialmente ao afirmar que “a atitude dos vingadores é até compreensível”.
Ao documento, endereçado ao procurador Marcio Fernando Elias Rosa, que comanda o órgão, Ana Rita anexou nota de repúdio divulgada pelo Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro. Para a entidade sindical, houve “grave violação de direitos humanos e ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros” nas declarações da âncora. Ainda de acordo com a nota, “o desrespeito aos direitos humanos tem sido prática recorrente da comunicadora”.
“Adote um bandido"
No comentário, a apresentadora se referiu ainda aos “defensores dos direitos humanos”, desafiando o telespectador a adotar um bandido. “O contra-ataque aos bandidos é o que chamo de legítima defesa coletiva de uma sociedade sem Estado contra um estado de violência sem limite. E, aos defensores dos Direitos Humanos, que se apiedaram do marginalzinho preso ao poste, eu lanço uma campanha: faça um favor ao Brasil, adote um bandido”, disse ela.
A opinião da âncora repercutiu nas redes sociais, predominando críticas em meio a algumas manifestações de apoio. Em nota, o SBT informou que a opinião dada no telejornal SBT Brasil “é de total responsabilidade da jornalista e comentarista”.
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