Após assaltos a bancos, sindicato solicita reunião com secretário
Preocupado com o crescente número de assaltos às instituições financeiras, que atingiu nove agências bancárias somente em janeiro, o Sindicato está solicitando uma audiência com o novo Secretário de Defesa Social, Eduardo Tavares, na qual pretende discutir a escalada de roubos e cobrar providências do Estado.
A solicitação foi encaminhada nesta terça-feira e, de acordo com o presidente da entidade, Jairo França, tem caráter de urgência. Segundo ele, os bancários voltaram a trabalhar sobressaltados e com medo, enquanto os clientes e usuários, muitas vezes vítimas nos assaltos, também vivem um clima de insegurança.
Na carta enviada ao Secretário, o sindicato destaca os assaltos ocorridos no interior, onde os criminosos tomam conta das cidades, dominam os grupamentos da Polícia Militar e atiram para todos os lados, causando terror na população. “;Eles se aproveitam da fragilidade das forças policiais e das falhas/descumprimento das normas de segurança nos bancos, o que precisa ser urgentemente sanado”;, diz o texto.
A evolução dos assaltos este ano compara-se a 2012, quando foram registrados 62 ataques a bancos, funcionários e clientes no Estado. Coincidentemente, aquele foi um ano eleitoral, o que volta a se repetir em 2014. O Sindicato não faz ligação entre os dois fatos, mas os números têm mostrado que os assaltos crescem nos anos de eleição.
A cúpula da segurança pública, o Sindicato e os bancos já se reuniram por várias vezes em 2012, buscando adotar medidas que minorassem os assaltos nas agências. Após as reuniões, o ritmo de ataques caiu no segundo semestre, além de reduzir um pouco mais em 2013, quando foram registrados 44 casos.
Nos assaltos deste ano já foram computadas três mortes, todas de assaltantes. O Sindicato cobra mais segurança não só em relação aos bancos, mas para toda a população alagoana, que vem enfrentando o avanço da violência e da criminalidade. “;Ninguém está livre da ação dos bandidos. Todos somos vítimas”;, afirma Jairo França.
Em relação aos bancos, o Sindicato cobra das agências que ampliem os itens de segurança, tais como portas com detectores de metais, câmeras internas e externas, cofres com dispositivo de retardo, biombos entre a bateria de caixas e as filas, guarda-volumes, e vigilantes com coletes balísticos e armados. Do Estado o Sindicato cobra mais policiais e infraestrutura nos grupamentos militares, principalmente do interior, além de combate mais efetivo aos assaltantes, entre outros itens.
A solicitação foi encaminhada nesta terça-feira e, de acordo com o presidente da entidade, Jairo França, tem caráter de urgência. Segundo ele, os bancários voltaram a trabalhar sobressaltados e com medo, enquanto os clientes e usuários, muitas vezes vítimas nos assaltos, também vivem um clima de insegurança.
Na carta enviada ao Secretário, o sindicato destaca os assaltos ocorridos no interior, onde os criminosos tomam conta das cidades, dominam os grupamentos da Polícia Militar e atiram para todos os lados, causando terror na população. “;Eles se aproveitam da fragilidade das forças policiais e das falhas/descumprimento das normas de segurança nos bancos, o que precisa ser urgentemente sanado”;, diz o texto.
A evolução dos assaltos este ano compara-se a 2012, quando foram registrados 62 ataques a bancos, funcionários e clientes no Estado. Coincidentemente, aquele foi um ano eleitoral, o que volta a se repetir em 2014. O Sindicato não faz ligação entre os dois fatos, mas os números têm mostrado que os assaltos crescem nos anos de eleição.
A cúpula da segurança pública, o Sindicato e os bancos já se reuniram por várias vezes em 2012, buscando adotar medidas que minorassem os assaltos nas agências. Após as reuniões, o ritmo de ataques caiu no segundo semestre, além de reduzir um pouco mais em 2013, quando foram registrados 44 casos.
Nos assaltos deste ano já foram computadas três mortes, todas de assaltantes. O Sindicato cobra mais segurança não só em relação aos bancos, mas para toda a população alagoana, que vem enfrentando o avanço da violência e da criminalidade. “;Ninguém está livre da ação dos bandidos. Todos somos vítimas”;, afirma Jairo França.
Em relação aos bancos, o Sindicato cobra das agências que ampliem os itens de segurança, tais como portas com detectores de metais, câmeras internas e externas, cofres com dispositivo de retardo, biombos entre a bateria de caixas e as filas, guarda-volumes, e vigilantes com coletes balísticos e armados. Do Estado o Sindicato cobra mais policiais e infraestrutura nos grupamentos militares, principalmente do interior, além de combate mais efetivo aos assaltantes, entre outros itens.
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