Dilma anuncia novos ministros da Casa Civil, Saúde e Educação
A posse dos novos ministros da Casa Civil, da Saúde e da Educação está prevista para ocorrer na próxima segunda-feira (3). Aloizio Mercadante, Artur Chioro e José Henrique Paim ocuparão as três pastas no lugar de Gleisi Hoffmann, Alexandre Padilha e o próprio Mercadante, respectivamente. A cerimônia está programada para as 11h.
Mercadante assumiu o Ministério da Educação em janeiro de 2012, para ocupar o lugar deixado pelo colega petista Fernando Haddad. Formado em economia e professor licenciado da PUC São Paulo (Pontifícia Universidade Católica) e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), começou sua gestão com a defesa de uma maior participação da educação no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.
O petista ganhou prestígio com Dilma desde que assumiu o Ministério da Educação, em janeiro de 2012. O ministro vem sendo chamado pela presidente para discutir outros temas do governo e foi um dos auxiliares mais próximos durante o período de manifestações populares que tomaram as ruas das principais capitais em junho do ano passado.
Na Saúde, vai assumir o atual secretário da Saúde de São Bernardo do Campo, Arthur Chioro (PT). Chioro substituirá Alexandre Padilha, que deixará a pasta para concorrer ao governo de São Paulo pelo PT. Na Educação, o atual secretário-executivo do MEC, José Henrique Paim Fernandes, substituirá Mercadante.
Mais reforma
Ao todo, dez ministros devem deixar os cargos para concorrer às eleições. Na reforma, Dilma tenta uma equação que agregue apoio para conquistar o segundo mandato e desemperrar o que está parado na gestão. O anúncio das trocas na Esplanada será em fevereiro.
A presidente adotou como critério para as futuras trocas não apenas a ampliação do arco de alianças partidárias para a campanha da reeleição, mas também indicações de sua cota pessoal. Na prática, ela quer pôr em cargos estratégicos vários "gerentes" para tocar as principais áreas e mostrar serviço.
Após a disputa vitoriosa de 2010, Dilma compôs a equipe com nomes apadrinhados por Lula. Mas, dois anos depois da "faxina" que derrubou sete ministros suspeitos de corrupção, ela quer impor um estilo próprio ao governo. Tem, no entanto, enfrentado dificuldades, já que o PMDB do vice, Michel Temer, não se conforma em não ter o seu espaço ampliado, das atuais cinco para seis pastas.
A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, deve permanecer na equipe.
Dilma conversou com o ministro da Pesca, Marcelo Crivella (PRB), que deixará o cargo para disputar o governo do Rio. A presidente pediu para o ministro ficar na pasta até abril, último prazo para candidatos às eleições deixarem os cargos. Dilma teria assegurado a Crivella que a Pesca continua com o PRB.
Mercadante assumiu o Ministério da Educação em janeiro de 2012, para ocupar o lugar deixado pelo colega petista Fernando Haddad. Formado em economia e professor licenciado da PUC São Paulo (Pontifícia Universidade Católica) e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), começou sua gestão com a defesa de uma maior participação da educação no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.
O petista ganhou prestígio com Dilma desde que assumiu o Ministério da Educação, em janeiro de 2012. O ministro vem sendo chamado pela presidente para discutir outros temas do governo e foi um dos auxiliares mais próximos durante o período de manifestações populares que tomaram as ruas das principais capitais em junho do ano passado.
Na Saúde, vai assumir o atual secretário da Saúde de São Bernardo do Campo, Arthur Chioro (PT). Chioro substituirá Alexandre Padilha, que deixará a pasta para concorrer ao governo de São Paulo pelo PT. Na Educação, o atual secretário-executivo do MEC, José Henrique Paim Fernandes, substituirá Mercadante.
Mais reforma
Ao todo, dez ministros devem deixar os cargos para concorrer às eleições. Na reforma, Dilma tenta uma equação que agregue apoio para conquistar o segundo mandato e desemperrar o que está parado na gestão. O anúncio das trocas na Esplanada será em fevereiro.
A presidente adotou como critério para as futuras trocas não apenas a ampliação do arco de alianças partidárias para a campanha da reeleição, mas também indicações de sua cota pessoal. Na prática, ela quer pôr em cargos estratégicos vários "gerentes" para tocar as principais áreas e mostrar serviço.
Após a disputa vitoriosa de 2010, Dilma compôs a equipe com nomes apadrinhados por Lula. Mas, dois anos depois da "faxina" que derrubou sete ministros suspeitos de corrupção, ela quer impor um estilo próprio ao governo. Tem, no entanto, enfrentado dificuldades, já que o PMDB do vice, Michel Temer, não se conforma em não ter o seu espaço ampliado, das atuais cinco para seis pastas.
A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, deve permanecer na equipe.
Dilma conversou com o ministro da Pesca, Marcelo Crivella (PRB), que deixará o cargo para disputar o governo do Rio. A presidente pediu para o ministro ficar na pasta até abril, último prazo para candidatos às eleições deixarem os cargos. Dilma teria assegurado a Crivella que a Pesca continua com o PRB.
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