134 novos casos de Aids são detectados em Alagoas em 2013
O primeiro caso de AIDS identificado no Brasil foi em 1982. As taxas de infecção subiram exponencialmente ao longo da década de 1980 e, em 1990, o Banco Mundial previu 1.200.000 casos até o ano de 2000, aproximadamente o dobro do número real que mais tarde foi comunicado pelo Ministério da Saúde e pela maioria das organizações internacionais.
No Brasil, estima-se que existam 630 mil pessoas vivendo com o HIV. De 1980 (o início da epidemia) até junho de 2009, foram registrados 217.091 óbitos em decorrência da doença. Cerca de 30 mil a 35 mil novos casos da doença são registrados todos os anos no país. A região Sudeste tem o maior percentual (59%) do total de notificações por ser a mais populosa do país, com 323.069 registros da doença. O Sul concentra 19% dos casos; o Nordeste, 12%; o Centro-Oeste, 6%; e a região Norte, 3,9%. Dos 5.564 municípios brasileiros, 87,5% (4.867) registram pelo menos um caso da doença.
Em Alagoas, segundo o Ministério da Saúde, foram detctados em 2013, 134 novos casos da doença. Segundo a assessoria de comunicação da Sesau, podem haver ainda mais casos porque muitas pessoas não repetiram o teste, que confirma a presença do vírus.
A AIDS é uma doença grave que pode ser transmitida através do sangue, esperma, secreções vaginais ou leite materno. A prevenção da AIDS pode ser feita através de:
Uso do preservativo em todas as relações íntimas;
Sempre utilizar seringas e agulhas descartáveis;
Usar luvas para manipular feridas ou líquidos corporais;
Seguir o tratamento da AIDS durante a gravidez para evitar a contaminação do bebê;
Mãe portadora do vírus HIV não deve amamentar seu bebê.
Não se pega AIDS através do contato com a saliva, suor, lágrimas e:
Através do beijo, abraço, cumprimento;
Masturbação com preservativo;
Usar o mesmo sabonete, toalhas ou lençois;
Frequentar a mesma piscina, usar a mesma banheira;
Picada de insetos;
Usar o mesmo copo, prato ou talher.
Segundo dados científicos, uma das maiores queixas dos pacientes e razões de abandono do tratamento da AIDS é viver sob o estigma da AIDS, pois há um grande afastamento de amigos e entes queridos quando o indivíduo revela-se portador do vírus HIV pelo medo de contaminação.
Saber identificar as reais formas de transmissão da AIDS é importante para evitar ser contaminado e para não abandonar estes pacientes pois eles precisam de muito apoio psicológico nesta fase da vida.
No Brasil, estima-se que existam 630 mil pessoas vivendo com o HIV. De 1980 (o início da epidemia) até junho de 2009, foram registrados 217.091 óbitos em decorrência da doença. Cerca de 30 mil a 35 mil novos casos da doença são registrados todos os anos no país. A região Sudeste tem o maior percentual (59%) do total de notificações por ser a mais populosa do país, com 323.069 registros da doença. O Sul concentra 19% dos casos; o Nordeste, 12%; o Centro-Oeste, 6%; e a região Norte, 3,9%. Dos 5.564 municípios brasileiros, 87,5% (4.867) registram pelo menos um caso da doença.
Em Alagoas, segundo o Ministério da Saúde, foram detctados em 2013, 134 novos casos da doença. Segundo a assessoria de comunicação da Sesau, podem haver ainda mais casos porque muitas pessoas não repetiram o teste, que confirma a presença do vírus.
A AIDS é uma doença grave que pode ser transmitida através do sangue, esperma, secreções vaginais ou leite materno. A prevenção da AIDS pode ser feita através de:
Uso do preservativo em todas as relações íntimas;
Sempre utilizar seringas e agulhas descartáveis;
Usar luvas para manipular feridas ou líquidos corporais;
Seguir o tratamento da AIDS durante a gravidez para evitar a contaminação do bebê;
Mãe portadora do vírus HIV não deve amamentar seu bebê.
Não se pega AIDS através do contato com a saliva, suor, lágrimas e:
Através do beijo, abraço, cumprimento;
Masturbação com preservativo;
Usar o mesmo sabonete, toalhas ou lençois;
Frequentar a mesma piscina, usar a mesma banheira;
Picada de insetos;
Usar o mesmo copo, prato ou talher.
Segundo dados científicos, uma das maiores queixas dos pacientes e razões de abandono do tratamento da AIDS é viver sob o estigma da AIDS, pois há um grande afastamento de amigos e entes queridos quando o indivíduo revela-se portador do vírus HIV pelo medo de contaminação.
Saber identificar as reais formas de transmissão da AIDS é importante para evitar ser contaminado e para não abandonar estes pacientes pois eles precisam de muito apoio psicológico nesta fase da vida.
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