'Não se pode supervalorizar os rolezinhos', diz ministra
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, Maria do Rosário, afirmou nesta segunda-feira (20) que não se pode "supervalorizar" os "rolezinhos" e que o governo federal não está "vendo como um problema" o fenômeno.
"Não estamos vendo como um problema isso, de forma que tenhamos que ficar chamando líderes [dos "rolezinhos"] para reuniões", afirmou em entrevista, após participar de um evento.
"Sinceramente, não é possível também que se imprima a essa questão uma supervalorização, como se ela estivesse no plano para além do que é, uma reunião de jovens procurando um espaço público que é de livre possibilidade de conviver", disse a ministra.
A presidente Dilma Rousseff, porém, já demonstrou preocupação com a questão e chegou a convocar reunião com ministros na semana passada para tratar do tema.
Para Maria do Rosário, a situação dos shoppings é de "responsabilidade local" e se os participantes dos 'rolezinhos' fizerem algo de errado "existe a legislação".
"Agora, eu diria que o problema às vezes fica do tamanho que a gente cria, eu simplesmente acredito que assim como a juventude da classe média gosta de marcar um encontro no shopping, eu não vejo problema que jovens, só porque são da periferia, não possam também marcar um encontro", disse a ministra. "Eu acredito que devíamos nos preocupar muito mais com o que nós estamos oferecendo para esses jovens", afirmou.
"Não estamos vendo como um problema isso, de forma que tenhamos que ficar chamando líderes [dos "rolezinhos"] para reuniões", afirmou em entrevista, após participar de um evento.
"Sinceramente, não é possível também que se imprima a essa questão uma supervalorização, como se ela estivesse no plano para além do que é, uma reunião de jovens procurando um espaço público que é de livre possibilidade de conviver", disse a ministra.
A presidente Dilma Rousseff, porém, já demonstrou preocupação com a questão e chegou a convocar reunião com ministros na semana passada para tratar do tema.
Para Maria do Rosário, a situação dos shoppings é de "responsabilidade local" e se os participantes dos 'rolezinhos' fizerem algo de errado "existe a legislação".
"Agora, eu diria que o problema às vezes fica do tamanho que a gente cria, eu simplesmente acredito que assim como a juventude da classe média gosta de marcar um encontro no shopping, eu não vejo problema que jovens, só porque são da periferia, não possam também marcar um encontro", disse a ministra. "Eu acredito que devíamos nos preocupar muito mais com o que nós estamos oferecendo para esses jovens", afirmou.
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