Atendimento da UE do Agreste é bem avaliado por 99% dos pacientes
O atendimento aos pacientes na Unidade de Emergência Dr. Daniel Hoully, em Arapiraca, é apontado como ótimo e bom por 99% dos usuários, segundo pesquisa realizada pela Ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS). A sondagem, que foi realizada na primeira quinzena de novembro deste ano, ouviu 106 pacientes internados no maior hospital de urgência e emergência do interior de Alagoas.
Na pesquisa, que avaliou a cordialidade dos seguranças patrimoniais, dos padioleiros, recepcionistas, assistentes sociais, médicos, enfermeiros e nutricionistas, 76% dos usuários afirmaram que o serviço de limpeza da unidade é excelente e 24% o avaliaram como bom. Com relação à alimentação, 76% dos pacientes consideraram-na excelente, 18% classificaram como boa e 6% afirmaram que ela é ruim.
No quesito tempo de espera, 100% dos usuários atendidos na Unidade de Emergência Dr. Daniel Hoully afirmaram que ele foi satisfatório. Quanto à estrutura física, 90% dos pacientes entrevistados classificaram como boa, 8% a denominaram como ótima, 6% afirmaram que o hospital possui uma estrutura inadequada e 2% a classificaram como ruim.
Relato
Eudes Ponciano, um dos pacientes que responderam a pesquisa da Ouvidoria SUS, classificou o atendimento disponibilizado pela Unidade de Emergência Dr. Daniel Hoully como “bom”. No entanto, ele sugeriu “a implantação de um sistema refrigerado na enfermaria”. Apelo que já está sendo atendido pela direção da unidade, que já climatizou quatro das sete enfermarias e deve concluir os trabalhos até o final deste mês.
Segundo a ouvidora geral da Secretaria de Estado da Saúde, Janaílma Azevedo, o objetivo da pesquisa foi analisar o nível de satisfação dos usuários com os serviços ofertados pela Unidade de Emergência Dr. Daniel Hoully. No entanto, ela evidenciou que, o principal propósito da sondagem, foi oferecer subsídios para que os gestores da unidade hospitalar possam realizar as adequações sugeridas pelos pacientes, visando qualificar ainda mais o atendimento aos usuários do SUS.
“O objetivo da pesquisa é possibilitar que as unidades de saúde cumpram a principal missão do SUS, que é ofertar serviços qualificados, ágeis e humanizados. Por meio de pesquisas realizadas com os usuários dos serviços, assim como ocorreu na Unidade de Emergência Dr. Daniel Hoully, podemos verificar quais serviços são bem avaliados, àqueles que apresentam problemas e de que forma podem ser realizadas melhorias, a exemplo da executada no estacionamento do hospital, que passou por uma ampliação”, observou Janaílma Azevedo.
Ampliação da unidade
Com relação à ampliação da Unidade de Emergência Dr. Daniel Hoully, que foi sugerida por usuários que responderam à pesquisa, a gerência do hospital informou que as obras estão em andamento. No entanto, segundo o diretor da unidade, José Karlisson Valeriano, há sete meses a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) contratualizou 54 leitos com o Hospital Chama, que estão servindo de retaguarda para os pacientes. Com esta ação, a ocupação média caiu para cerca de 90% em apenas dois meses.
“Em março, por exemplo, nossa ocupação era de 328%. Em abril, fomos para 166%, com apenas 20 dias. Com o percentual alcançado, a unidade acabou com o antigo problema da superlotação, com pacientes internados nos corredores. Para se ter ideia, o hospital já chegou a ter 128 pacientes internados, quando a capacidade máxima é de 35. A ocupação dos corredores é uma realidade em 57% dos hospitais públicos do País, mas, conseguimos mudar isso, graças aos esforços do Governo do Estado”, destacou José Karlisson Valeriano.
Na pesquisa, que avaliou a cordialidade dos seguranças patrimoniais, dos padioleiros, recepcionistas, assistentes sociais, médicos, enfermeiros e nutricionistas, 76% dos usuários afirmaram que o serviço de limpeza da unidade é excelente e 24% o avaliaram como bom. Com relação à alimentação, 76% dos pacientes consideraram-na excelente, 18% classificaram como boa e 6% afirmaram que ela é ruim.
No quesito tempo de espera, 100% dos usuários atendidos na Unidade de Emergência Dr. Daniel Hoully afirmaram que ele foi satisfatório. Quanto à estrutura física, 90% dos pacientes entrevistados classificaram como boa, 8% a denominaram como ótima, 6% afirmaram que o hospital possui uma estrutura inadequada e 2% a classificaram como ruim.
Relato
Eudes Ponciano, um dos pacientes que responderam a pesquisa da Ouvidoria SUS, classificou o atendimento disponibilizado pela Unidade de Emergência Dr. Daniel Hoully como “bom”. No entanto, ele sugeriu “a implantação de um sistema refrigerado na enfermaria”. Apelo que já está sendo atendido pela direção da unidade, que já climatizou quatro das sete enfermarias e deve concluir os trabalhos até o final deste mês.
Segundo a ouvidora geral da Secretaria de Estado da Saúde, Janaílma Azevedo, o objetivo da pesquisa foi analisar o nível de satisfação dos usuários com os serviços ofertados pela Unidade de Emergência Dr. Daniel Hoully. No entanto, ela evidenciou que, o principal propósito da sondagem, foi oferecer subsídios para que os gestores da unidade hospitalar possam realizar as adequações sugeridas pelos pacientes, visando qualificar ainda mais o atendimento aos usuários do SUS.
“O objetivo da pesquisa é possibilitar que as unidades de saúde cumpram a principal missão do SUS, que é ofertar serviços qualificados, ágeis e humanizados. Por meio de pesquisas realizadas com os usuários dos serviços, assim como ocorreu na Unidade de Emergência Dr. Daniel Hoully, podemos verificar quais serviços são bem avaliados, àqueles que apresentam problemas e de que forma podem ser realizadas melhorias, a exemplo da executada no estacionamento do hospital, que passou por uma ampliação”, observou Janaílma Azevedo.
Ampliação da unidade
Com relação à ampliação da Unidade de Emergência Dr. Daniel Hoully, que foi sugerida por usuários que responderam à pesquisa, a gerência do hospital informou que as obras estão em andamento. No entanto, segundo o diretor da unidade, José Karlisson Valeriano, há sete meses a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) contratualizou 54 leitos com o Hospital Chama, que estão servindo de retaguarda para os pacientes. Com esta ação, a ocupação média caiu para cerca de 90% em apenas dois meses.
“Em março, por exemplo, nossa ocupação era de 328%. Em abril, fomos para 166%, com apenas 20 dias. Com o percentual alcançado, a unidade acabou com o antigo problema da superlotação, com pacientes internados nos corredores. Para se ter ideia, o hospital já chegou a ter 128 pacientes internados, quando a capacidade máxima é de 35. A ocupação dos corredores é uma realidade em 57% dos hospitais públicos do País, mas, conseguimos mudar isso, graças aos esforços do Governo do Estado”, destacou José Karlisson Valeriano.
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